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| 7763afacc0 |
feat(dialplan): IVR — play_and_get_digits + branching por dígito, testado com DTMF real
Continuação de "montar o IVR e as rotas de entrada": com a fundação de
roteamento por DID já funcionando, faltava o menu em si.
`play_and_get_digits` adicionado ao allowlist de applications (só coleta
dígitos numa variable, nunca executa nada — mesmo risco zero dos outros
já permitidos). `ALLOWED_CONDITION_FIELDS` ganhou um segundo modo:
`${variavel}` simples além dos 6 campos fixos, com a mesma garantia
anti-RCE de `data` (o regex exige identificador puro, sem parênteses,
então nunca vira `${funcname(...)}`).
Achado real construindo o primeiro menu de teste: FreeSWITCH resolve
TODAS as condições de um contexto antes de executar qualquer ação — uma
variable setada por `play_and_get_digits` nunca afeta o casamento de
OUTRA extension na mesma passada. Descoberto porque o primeiro desenho
(2 extensions separadas, uma coletando o dígito, outra checando
`${ivr_choice}`) nunca bateu num teste real com DTMF — o regex era
avaliado com a variable ainda vazia. A forma que funciona: um `transfer`
explícito, na MESMA extension, usando o dígito coletado como novo
destination_number — isso dispara uma consulta de dialplan nova (as
variables já setadas persistem), e as extensions seguintes casam por
destination_number normal.
Testado ponta a ponta com DTMF de verdade: como linphonec não tem um
comando de enviar DTMF interativo, usei `fs_cli uuid_recv_dtmf` (API do
FreeSWITCH que simula o dígito chegando como input do chamador, mesmo
caminho que RFC2833 usaria). Softphone externo ligou pro DID, o IVR
atendeu, tocou o prompt, esperou o dígito: "1" bridged com um ramal real
(atendeu, áudio PCMU bidirecional confirmado); "2" foi pra uma resposta
alternativa (tom diferente) — confirma que a ramificação distingue de
verdade, não só cai sempre na primeira opção.
Detalhes completos em docs/INBOUND_ROUTES.md. Falta só a UI dedicada de
autoria de menu (hoje construído à mão no editor genérico de dialplan) —
backend já suporta tudo que ela precisaria gerar.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
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| ed4ae4421e |
feat(telefonia): rotas de entrada por DID — fundação real pro IVR
Pedido do usuário: "pode iniciar a montar o IVR e as rotas de entrada". Investigando antes de escrever qualquer XML de IVR, achei que NENHUMA chamada de entrada por tronco tinha como funcionar hoje, IVR ou não: nenhuma carregava `b2bcall_tenant_id` (só REGISTER de ramal e discagem de saída setam essa variable), e mesmo corrigindo isso, o profile "external" apontava pro contexto "public" vanilla — um arquivo ESTÁTICO, que sempre ganha de uma consulta ao mod_xml_curl, então nunca seria dinâmico enquanto se chamasse "public". Perguntei ao usuário a granularidade certa (por DID ou por tronco) antes de desenhar o schema — escolheu por DID, mais flexível (um tronco pode carregar vários números com destinos diferentes). `InboundRoute` nova (RLS real, FORCE ROW LEVEL SECURITY): `didNumber` único GLOBAL entre tenants (mesma exceção já aceita em Tenant.telephonyDomain) — é a ÚNICA forma de descobrir de qual tenant é uma chamada de entrada ANTES de identificar o tenant. Resolvido por fan-out sobre tenants ativos, nunca uma query sem contexto de RLS. Dockerfile repontou o profile external pra context="inbound" (sem arquivo estático, cai no mod_xml_curl de verdade). O XML gerado pra esse contexto injeta b2bcall_tenant_id + domain_name (achado real: sem setar domain_name explicitamente, o bridge da "Discagem interna" resolvia pro domínio GLOBAL default, nunca pro do tenant) e transfere pro dialplan real do tenant — reaproveita 100% do que já existe, inclusive pickup de grupo (PHASE 53). CRUD completo (InboundRoutesController, permissions novas no seed) + tela "Telefonia > Rotas de Entrada" no frontend. Testado com uma chamada REAL: um softphone registrado como ramal normal, outro discando direto pro profile external (porta 5080, sem registrar — exatamente como um provedor de tronco manda) um DID cadastrado. `show channels` confirma: tenant certo, contexto certo, domínio certo no bridge, codec PCMU negociado nos dois lados, ramal tocou e atendeu de verdade. Detalhes completos, inclusive uma tentativa de teste que falhou por limitação do canal `loopback` (não um bug), em docs/INBOUND_ROUTES.md. O IVR em si (menu com play_and_get_digits) fica pra próxima fase — esta é a fundação sem a qual nada de chamada de entrada funcionava. Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8 |
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| af46739af2 |
fix(telefonia): pickup de grupo funcionando de verdade + RCE no dialplan + domínio real no REGISTER
Pedido explícito do usuário: "testa criando um ramal com callgroup e captura
chamada de outro ramal". O teste com softphones reais (não só leitura de
código) achou 3 problemas que a fase anterior tinha dado como resolvidos:
1. A variable de call group estava com o nome errado (`call-group`, convenção
do Asterisk) e a suposição de que o FreeSWITCH fazia pickup automático só
com ela era falsa. Corrigido pro nome certo (`callgroup`) e pro mecanismo
real (fork de leg `pickup/<grupo>` no bridge + extension `*8` chamando a
application `pickup`, lendo o grupo via `${user_data(...)}`).
2. Implementando o mecanismo acima, achada uma vulnerabilidade real de RCE: o
allowlist de `application` no dialplan nunca bloqueava `${system(...)}`
embutido dentro do `data` de qualquer application já permitida —
`mod_commands` está carregado, então isso era execução de comando
arbitrário no host do FreeSWITCH pra qualquer Tenant Admin. Corrigido com
um segundo allowlist (`ALLOWED_INLINE_API_FUNCTIONS` +
`IsSafeDialplanData`) que só libera funções de leitura seguras
(`user_data`, `escape`, `url_encode`, `url_decode`, `regex`, `strftime`).
3. Registrar um softphone de verdade contra o domínio do tenant (não só curl
no mod_xml_curl) revelava 403 Forbidden: o sofia profile `internal` tinha
`force-register-domain`/`force-subscription-domain`/
`force-register-db-domain` fixados no domínio antigo, ignorando o domínio
de cada tenant. Corrigido no Dockerfile do FreeSWITCH (imagem
reconstruída, não só patch ao vivo).
Testado ponta a ponta com 3 softphones reais (linphone-cli) em containers na
mesma rede Docker: ramal do mesmo grupo captura de verdade uma ligação
tocando em outro ramal via *8 (canais confirmados bridged via `show
channels`); ramal de grupo diferente tenta e falha. RCE confirmado bloqueado
via curl (`${system(id)}` → 400) sem quebrar `${user_data(...)}` legítimo.
TODO.md (PHASE 53) e docs/EXTENSIONS.md atualizados corrigindo as afirmações
incompletas da fase anterior ("nenhuma mudança de infra necessária").
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
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| 0720a0efe3 |
feat: implement Dialplan with structured editor and versioning
- dialplan_extensions table (tenant-scoped, RLS): structured editor per agente.md secao 43 -- context, condition field/expr, actions/anti-actions (JSON), continue, order, enabled. One condition per extension (deliberate simplification vs raw FreeSWITCH's multi-condition extensions). - dialplan_versions table (tenant-scoped, RLS): generate/validate/version/ activate flow (secao 44). Reactivating an older version IS the rollback mechanism -- no separate endpoint needed. - apps/api/src/dialplan: extensions CRUD + versions/generate (builds XML, validates well-formedness with fast-xml-parser, saves as DRAFT) + versions/:id/activate (atomically flips ACTIVE, supersedes the previous one). Reused freeswitch.view/.configure permissions rather than inventing new ones not in the agente.md permission list. - packages/telephony: buildDialplanXml() plus ALLOWED_DIALPLAN_APPLICATIONS, an explicit allowlist (answer/bridge/playback/hangup/set/export/... -- deliberately no system/exec/socket) guarding against a tenant configuring a dialplan action that runs arbitrary commands on the FreeSWITCH host (agente.md secao 180) - b2bcall-fs-config resolves dialplan dynamically per call (unlike Trunks' file+rescan approach -- dialplan is fetched fresh via mod_xml_curl on every call anyway) by tenant id from the variable_b2bcall_tenant_id channel variable already injected at directory resolution, then serving whichever DialplanVersion is ACTIVE for that context - verified end-to-end: created a rule for destination_number 7000, generated and activated v1, originated a call that actually routed through the dialplan (not bypassing it via &app()) -- CALL_CREATED -> CALL_ANSWERED -> CALL_ENDED with the correct tenantId throughout. Created and activated a v2, then rolled back to v1 by reactivating it; status transitions (ACTIVE/SUPERSEDED) all confirmed via the API. CRITICAL FINDING, fixed in this same phase: deliberately testing that the application allowlist rejects 'system' got back 201 instead of 400 -- NestJS's ValidationPipe had been silently inert across all of apps/api's @Body() DTOs since the API was first created. Root cause: running via (esbuild) instead of a real build -- esbuild doesn't always resolve cross-file parameter types for design:paramtypes metadata, and Nest skips validation without any error when it can't determine the DTO class. Fixed by always building with tsc before running (tsc && tsx dist/main.js -- still via tsx because internal workspace packages aren't built to JS yet). Re-verified with two deliberate bad-input tests post-fix, both correctly rejected with 400. A stray malicious test row (dialplan action 'system') created while the bug was live was deleted; it was never baked into an activated version, so nothing could have executed it. See docs/VALIDATION_PIPE_BUG.md for the full writeup. docs/DIALPLAN.md, docs/VALIDATION_PIPE_BUG.md, docs/EXTENSIONS.md updated |