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738bfa4f36 feat(rotas-entrada): dropdown de destino real (ramal/IVR/fila/grupo)
Pedido do usuário: "em vez de o campo de destino ser aberto tem que ter
um dropdown listando todos os ramais do tennant e tb todas ivr e filas
e grupos de ramais do tennant" — até aqui o destino era texto livre.

Construir o dropdown revelou que fila e grupo NUNCA tinham sido
implementados de verdade como destino possível — só ramal/IVR
funcionavam. Oferecer as duas opções sem o mecanismo por trás seria
mostrar um dropdown mentiroso, então:

InboundRoute.destinationType (novo enum EXTENSION/IVR/QUEUE/CALL_GROUP)
decide como buildInboundRouteXml interpreta o destino:
- EXTENSION/IVR: inalterado, o mesmo transfer já testado (PHASE 56/58).
- QUEUE: destinationNumber guarda o Queue.id; a resolução de entrada
  emite `answer` + `callcenter data="<queueId>@<domain>"` direto, sem
  tocar no dialplan "default". `callcenter` entrou no allowlist de
  applications com o mesmo risco zero de `pickup`.
- CALL_GROUP: destinationNumber guarda o Extension.callGroup; a
  resolução consulta AGORA (nunca um snapshot salvo) todos os ramais
  com esse callGroup e emite um `bridge` multi-leg — toca todos ao
  mesmo tempo, quem atender primeiro cancela os outros. Trocar quem
  está no grupo depois de criar a rota já vale na próxima chamada.

Testado ponta a ponta com chamadas reais nos 2 mecanismos novos: fila —
softphone externo discou o DID, show channels confirmou a chamada
dentro da application callcenter com o nome certo da fila; grupo — 2
ramais reais no mesmo callGroup, a chamada tocou nos DOIS ao mesmo
tempo (mesmo call_uuid, ambas RINGING), atender em um cancelou o outro
automaticamente — ring group de verdade.

Tela: "Tipo de destino" + um segundo dropdown com as opções reais do
tenant pra cada tipo (ramais, menus de IVR, filas, ou os valores
distintos de callGroup já usados em algum ramal). Testado com
Playwright: os 4 tipos aparecem, e trocar o tipo atualiza as opções do
segundo dropdown corretamente.

Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
2026-08-30 20:13:55 -03:00
5bbe9e6800 feat(ivr): persiste posição dos nós do editor visual entre recargas
Pedido do usuário: "faz a posição dos nós persistir entre recargas" —
o editor visual da PHASE 60 recalculava o layout do zero a cada carga
da página, perdendo qualquer arrasto manual assim que a tela recarregava.

`IvrMenu.entryPositionX/Y` + `IvrMenuOption.positionX/Y` (nullable,
puramente de apresentação — nunca entram no dialplan compilado, só no
layout do canvas). Salvos no banco, nunca localStorage: mesma convenção
do resto do app, estado compartilhado entre quem quer que edite o
tenant, não por navegador/dispositivo. "Salvar alterações" agora lê a
posição de verdade do estado de nós do @xyflow/react (reflete arrastos
feitos na sessão), não do estado de conteúdo das opções — os dois
tinham ficado dessincronizados desde a PHASE 60. Sem posição salva ainda
(menu novo, opção recém-adicionada), continua caindo num layout
automático em coluna.

Testado ponta a ponta: PATCH com coordenadas específicas (incluindo o
nó "Entrada"), GET de volta confirma os mesmos valores, e a página
carregada de novo com uma sessão real (cookie de login, não só a API
crua) já embute essas coordenadas nos props iniciais do componente.

Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
2026-08-30 18:33:19 -03:00
0148b926a0 feat(ivr): editor visual do menu (canvas de nós, sem Node-RED)
Pedido do usuário: "ajusta o IVR para fazer o fluxo de maneira visual
usando nodeRED". Perguntei antes de construir: integrar Node-RED de
verdade significa rodar uma plataforma externa completa (motor de
execução próprio, nós "function" = execução de código arbitrário — o
mesmo tipo de risco corrigido no dialplan nesta sessão — e sem
multi-tenancy nativa), um projeto de vários dias com decisões de
arquitetura antes de começar a construir. O usuário escolheu a
alternativa: um editor visual próprio, sem dependência externa.

`@xyflow/react` (sucessor mantido do reactflow) — canvas de nós/setas
dentro da própria tela "Telefonia > IVR": 1 nó "Entrada" fixo conectado
a 1 nó por opção (dígito + select de ramal + descrição, editável direto
no nó, arrastável pro canvas). "Adicionar opção"/"Salvar alterações"
chamam o mesmo PATCH /ivr-menus/:id que já existia — nenhuma mudança de
backend necessária, só uma forma nova de editar o mesmo dado (o modelo
IvrMenu/IvrMenuOption continua sendo a fonte da verdade).

Testado ponta a ponta pela tela de verdade, não só leitura de código:
criado um menu real, enviado um prompt de VOZ real (WAV sintetizado com
espeak-ng dizendo uma saudação de verdade, não um tom sintético como nos
testes anteriores desta fase) e completada uma chamada real — a saudação
de ~6s tocou até o fim, o dígito foi capturado, o ramal certo atendeu
com áudio de verdade. Depois, uma segunda opção foi adicionada via PATCH
(a mesma chamada que o botão "Salvar" do editor visual faz) — confirmado
no banco que a versão 2 do dialplan compilou as duas opções
corretamente, superando a versão 1.

Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
2026-08-30 18:21:26 -03:00
486c39803a feat(ivr): upload de áudio pro prompt do IVR
Pedido do usuário: "adiciona upload de áudio pro prompt do IVR" — até
aqui o prompt era só texto livre (na prática, sempre um tom padrão,
nunca voz de verdade).

`POST /ivr-menus/:id/prompt` (multipart via @fastify/multipart —
primeiro upload de arquivo binário desta API) só aceita WAV (cabeçalho
RIFF/WAVE validado antes de gravar; esta implantação do FreeSWITCH não
tem mod_shout, então MP3 nunca funcionaria de qualquer forma). Gravado
num bind mount NOVO (./data/ivr-prompts no host ↔ /ivr-prompts no
container freeswitch) — mesma convenção já usada 3x neste projeto pra
arquivo que o FreeSWITCH precisa enxergar de verdade (gateways externos,
filas do callcenter, spool de gravação), mas na direção contrária:
apps/api (host) escreve o que o usuário sobe, o FreeSWITCH lê ao vivo
durante play_and_get_digits. Um fetch em rede (S3/HTTP) durante uma
chamada ativa foi descartado de propósito — latência/confiabilidade
desnecessárias pra um prompt de poucos segundos.

GET /ivr-menus/:id/prompt (autenticado) serve o preview — mesmo
princípio do player de gravações, nunca uma URL direta pro storage.
Achado real corrigido antes de commitar: minha primeira versão do
delete de menu deixava o .wav órfão no disco — agora deletar o menu ou
trocar/remover o prompt sempre limpa o arquivo, confirmado com um teste
real de upload+delete.

Tela "Telefonia > IVR" ganhou upload/troca/remoção de áudio por menu +
player de preview.

Testado ponta a ponta com um WAV real de 44.1kHz/mono (não o formato
"nativo" de telefonia, de propósito, pra confirmar que funciona com o
que uma pessoa qualquer gravaria): softphone externo discou o DID,
play_and_get_digits abriu e tocou o arquivo até o fim duas vezes
(mod_sndfile resample automático, sem erro no log), colheu o dígito
real e bridged corretamente com o ramal de destino.

Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
2026-08-30 17:51:31 -03:00
36e85c1abf feat(ivr): tela de autoria de menu de IVR no frontend
Pedido do usuário: "constrói a tela de IVR no frontend". Até aqui um
menu de IVR só existia se alguém escrevesse as regras à mão no editor
genérico de dialplan (o que eu fiz manualmente pra testar na PHASE 56) —
sem UI nenhuma pra isso.

`IvrMenu`/`IvrMenuOption` (RLS real): nome + contexto (derivado do nome)
+ opções (dígito → ramal + rótulo opcional). Nenhuma tabela nova pro
dialplan em si — `IvrMenusController` compila o menu inteiro em
`DialplanExtension`/`DialplanVersion` do contexto do menu
(`buildIvrDialplanExtensions`, packages/telephony) usando as MESMAS 2
formas de `<extension>` já testadas com DTMF real na PHASE 56 (entrada
com `play_and_get_digits` + `transfer` usando o dígito coletado como
novo destination_number, uma extension por dígito) — e já gera + ativa
a versão nova automaticamente, o mesmo generate+activate manual que o
editor de dialplan faz, só que embutido no create/update do menu.

`greeting` (o prompt do menu) é texto livre do tenant, então passa pela
MESMA proteção anti-RCE já aplicada em `data` de dialplan
(`IsSafeDialplanData`) — nunca pode virar `${system(...)}`.

Tela "Telefonia > IVR": lista de menus com as opções de cada um, criação
com nome/contexto (auto-gerado do nome, editável) + linhas dinâmicas de
opção (dígito + select de ramal já cadastrado + rótulo), remoção com
confirmação de 2 cliques. Mostra o contexto/destino fixo (`ivr_entry`)
que uma Rota de Entrada precisa usar pra apontar pro menu.

Testado ponta a ponta criando um menu DE VERDADE pela tela/API (não só
lendo o XML manualmente escrito antes): softphone externo discou um DID
apontado pro menu recém-criado, atendeu, tocou o prompt, colheu o dígito
com DTMF real (`uuid_recv_dtmf`) e bridged com o ramal certo — confirma
que o compilador produz XML funcionalmente idêntico ao testado
manualmente. Falta pipeline de upload/TTS de áudio, sub-menus e destino
"fila" — ver docs/INBOUND_ROUTES.md.

Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
2026-08-30 17:24:07 -03:00
7763afacc0 feat(dialplan): IVR — play_and_get_digits + branching por dígito, testado com DTMF real
Continuação de "montar o IVR e as rotas de entrada": com a fundação de
roteamento por DID já funcionando, faltava o menu em si.

`play_and_get_digits` adicionado ao allowlist de applications (só coleta
dígitos numa variable, nunca executa nada — mesmo risco zero dos outros
já permitidos). `ALLOWED_CONDITION_FIELDS` ganhou um segundo modo:
`${variavel}` simples além dos 6 campos fixos, com a mesma garantia
anti-RCE de `data` (o regex exige identificador puro, sem parênteses,
então nunca vira `${funcname(...)}`).

Achado real construindo o primeiro menu de teste: FreeSWITCH resolve
TODAS as condições de um contexto antes de executar qualquer ação — uma
variable setada por `play_and_get_digits` nunca afeta o casamento de
OUTRA extension na mesma passada. Descoberto porque o primeiro desenho
(2 extensions separadas, uma coletando o dígito, outra checando
`${ivr_choice}`) nunca bateu num teste real com DTMF — o regex era
avaliado com a variable ainda vazia. A forma que funciona: um `transfer`
explícito, na MESMA extension, usando o dígito coletado como novo
destination_number — isso dispara uma consulta de dialplan nova (as
variables já setadas persistem), e as extensions seguintes casam por
destination_number normal.

Testado ponta a ponta com DTMF de verdade: como linphonec não tem um
comando de enviar DTMF interativo, usei `fs_cli uuid_recv_dtmf` (API do
FreeSWITCH que simula o dígito chegando como input do chamador, mesmo
caminho que RFC2833 usaria). Softphone externo ligou pro DID, o IVR
atendeu, tocou o prompt, esperou o dígito: "1" bridged com um ramal real
(atendeu, áudio PCMU bidirecional confirmado); "2" foi pra uma resposta
alternativa (tom diferente) — confirma que a ramificação distingue de
verdade, não só cai sempre na primeira opção.

Detalhes completos em docs/INBOUND_ROUTES.md. Falta só a UI dedicada de
autoria de menu (hoje construído à mão no editor genérico de dialplan) —
backend já suporta tudo que ela precisaria gerar.

Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
2026-08-30 17:00:16 -03:00
ed4ae4421e feat(telefonia): rotas de entrada por DID — fundação real pro IVR
Pedido do usuário: "pode iniciar a montar o IVR e as rotas de entrada".
Investigando antes de escrever qualquer XML de IVR, achei que NENHUMA
chamada de entrada por tronco tinha como funcionar hoje, IVR ou não:
nenhuma carregava `b2bcall_tenant_id` (só REGISTER de ramal e discagem de
saída setam essa variable), e mesmo corrigindo isso, o profile "external"
apontava pro contexto "public" vanilla — um arquivo ESTÁTICO, que sempre
ganha de uma consulta ao mod_xml_curl, então nunca seria dinâmico
enquanto se chamasse "public".

Perguntei ao usuário a granularidade certa (por DID ou por tronco) antes
de desenhar o schema — escolheu por DID, mais flexível (um tronco pode
carregar vários números com destinos diferentes). `InboundRoute` nova
(RLS real, FORCE ROW LEVEL SECURITY): `didNumber` único GLOBAL entre
tenants (mesma exceção já aceita em Tenant.telephonyDomain) — é a ÚNICA
forma de descobrir de qual tenant é uma chamada de entrada ANTES de
identificar o tenant. Resolvido por fan-out sobre tenants ativos, nunca
uma query sem contexto de RLS.

Dockerfile repontou o profile external pra context="inbound" (sem
arquivo estático, cai no mod_xml_curl de verdade). O XML gerado pra esse
contexto injeta b2bcall_tenant_id + domain_name (achado real: sem setar
domain_name explicitamente, o bridge da "Discagem interna" resolvia pro
domínio GLOBAL default, nunca pro do tenant) e transfere pro dialplan
real do tenant — reaproveita 100% do que já existe, inclusive pickup de
grupo (PHASE 53).

CRUD completo (InboundRoutesController, permissions novas no seed) + tela
"Telefonia > Rotas de Entrada" no frontend.

Testado com uma chamada REAL: um softphone registrado como ramal normal,
outro discando direto pro profile external (porta 5080, sem registrar —
exatamente como um provedor de tronco manda) um DID cadastrado. `show
channels` confirma: tenant certo, contexto certo, domínio certo no
bridge, codec PCMU negociado nos dois lados, ramal tocou e atendeu de
verdade. Detalhes completos, inclusive uma tentativa de teste que falhou
por limitação do canal `loopback` (não um bug), em docs/INBOUND_ROUTES.md.

O IVR em si (menu com play_and_get_digits) fica pra próxima fase — esta
é a fundação sem a qual nada de chamada de entrada funcionava.

Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
2026-08-30 16:45:18 -03:00