feat: Fase 9/10 — métricas, scripts operacionais, callback/wrap-up e aceite final

Fase 9 (segurança e produção):
- GET /api/metrics: endpoint Prometheus com métricas reais (chamadas,
  agentes, filas, CPS por campanha), protegido por permissão
- scripts/backup.sh, restore.sh, healthcheck.sh, install.sh, update.sh —
  testados contra o ambiente real (backup.sh e healthcheck.sh rodados de
  verdade; install.sh/update.sh validados por inspeção, ambiente atual já
  provisionado)
- POST /api/agent-console/dispose: aplica disposição de chamada de verdade
  (lacuna deixada aberta desde a Fase 6), com ações CALLBACK (agenda
  retorno) e DO_NOT_CALL (suprime automaticamente)
- apps/dialer-worker/src/callback-sweep.ts: reativa leads com callback
  vencido; GET /api/callbacks para consulta
- apps/dialer-worker/src/wrap-up-sweep.ts: transição automática
  WRAP_UP -> AVAILABLE + despausa real na fila do Asterisk. Exigiu corrigir
  main.ts para conectar ao AMI mesmo em DIALER_SIMULATION=true
  (DIALER_SIMULATION deve impedir só originação de chamada, não ações
  administrativas de fila)
- nftables revisado (sem alterações necessárias)
- Documentação completa: INSTALL, OPERATIONS, BACKUP_RESTORE, SECURITY,
  DATABASE, API, ASTERISK, OPENSIPS (não implementado, motivo
  documentado), TROUBLESHOOTING
- README.md e CHANGELOG.md reescritos

Fase 10 (testes e aceite):
- Quality gate completo executado: build/typecheck (7 workspaces), lint,
  46 testes unitários, docker compose config/ps, healthcheck — tudo verde
- Aceite de segurança (seção 92): 13 itens verificados ao vivo contra o
  sistema real, não só por inspeção de código
- Aceite Asterisk (seção 93): os 5 comandos executados e documentados,
  comunicação API->AMI->Asterisk validada
- docs/RELATORIO_FINAL.md: relatório final no formato da seção 96

Todos os fixtures de teste desta fase foram removidos/desativados ao
final. Credenciais de acesso entregues separadamente em CREDENCIAIS.txt
(fora do git, nunca versionado).
This commit is contained in:
2026-08-27 19:16:14 -03:00
parent 6273b32214
commit 80e72881b2
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51
docs/OPENSIPS.md Normal file
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@@ -0,0 +1,51 @@
# B2BCall — OpenSIPS (não implementado nesta fase)
A arquitetura alvo do projeto (agente.md seção 5) prevê OpenSIPS na frente
do Asterisk:
```text
INTERNET → [OpenSIPS] → rede SIP privada → [Asterisk] → [B2BCall]
```
**Este componente não foi implantado neste ciclo.** O Asterisk hoje recebe
tráfego SIP diretamente (protegido por nftables, sem IP público — ver
`docs/ARCHITECTURE.md` §3.2). Isso é suficiente para o ambiente de
laboratório atual (um servidor, troncos configurados diretamente no
Asterisk), mas não entrega os benefícios que OpenSIPS traria:
- Balanceamento entre múltiplas instâncias de Asterisk.
- Roteamento/normalização de múltiplos troncos antes de chegar ao core de
telefonia.
- Uma camada adicional de proteção SIP (rate limiting, topology hiding)
antes do Asterisk.
## Por que não foi feito agora
Motivo honesto: com um único servidor e um único Asterisk, OpenSIPS não
resolve nenhum problema real deste ambiente — adicionaria complexidade
operacional (mais um serviço com seu próprio config/estado/observabilidade)
sem benefício imediato. A decisão de projeto (agente.md seções 71/72) é não
construir infraestrutura para um cenário hipotético que ainda não existe.
## Quando reconsiderar
Implantar OpenSIPS quando pelo menos uma destas condições existir:
1. Mais de uma instância de Asterisk precisar compartilhar o mesmo conjunto
de troncos/roteamento.
2. Necessidade de expor SIP a múltiplas operadoras com normalização de
roteamento antes do Asterisk.
3. Volume que justifique uma camada de proteção SIP dedicada, separada do
Asterisk.
## Esboço de integração futura
- OpenSIPS ficaria na mesma rede privada do Asterisk (nunca IP público
direto no Asterisk — isso não muda).
- Trunks/roteamento no domínio da aplicação (`Trunk` no Postgres) já
modelam host/porta/credenciais de forma genérica — o registro de
domínios `Trunk.host` como sendo o OpenSIPS em vez do Asterisk-tronco
direto é, na prática, uma mudança de configuração, não de schema.
- Regras de firewall (`infrastructure/nftables/`) precisariam abrir a porta
SIP do OpenSIPS para a origem confiável (operadora/OpenSIPS peer),
mantendo o Asterisk inacessível de fora da rede interna.