- apps/frontend: Next.js 15 (App Router) + Tailwind v4 + componentes estilo shadcn/ui sobre Radix UI + TanStack Query. Tema light/dark, logo processada. Menu completo (secao 52) com gating por permissao real. Todas as telas do checklist de aceite (secao 90) conectadas a endpoints reais (nao mockup): login, usuarios, perfis/permissoes, ramais/troncos, dialplan, filas/agentes, console do agente, campanhas (CPS/CSV/ iniciar/pausar), monitoramento ao vivo (polling, nao WebSocket real), TME/TMA, busca/export de chamadas, administracao do Asterisk, auditoria - infrastructure/nginx: reverse proxy colocando frontend+API na mesma origem (porta 80), antecipado da Fase 9 pois a API nao publica porta propria - apps/api: GET /api/monitoring/agents (estado corrente real via agent_state_events em aberto) e filtro queueId em GET /api/reports/calls Pendencia registrada: tela de Callbacks nao implementada (schema existe desde a Fase 6, mas nunca houve controller/service — construir a tela sem API real seria mockup). Verificacao visual em navegador nao foi possivel neste ambiente headless; validado via tsc/eslint/next build limpos + curl reproduzindo as chamadas do navegador (middleware de auth, 24 paginas protegidas via Nginx, endpoints de dados com cookie de sessao).
23 KiB
B2BCall — TODO Operacional
Checklist vivo. Marcar [x] somente após testar. Não deixar item concluído sem
validação. Ver critérios de aceite completos em docs/ARCHITECTURE.md e no prompt
mestre original (agente.md, seções 90-93).
Fase 0 — Infraestrutura base
- Levantamento do servidor (SO, recursos, rede)
- docs/ARCHITECTURE.md
- TODO.md
- Git init + .gitignore + primeiro commit
- Instalar Docker Engine + Compose plugin (29.7.2 / Compose v5.5.0)
- Estrutura de diretórios do monorepo
- .env.example (+ scripts/generate-secrets.sh, .env real gerado localmente)
- nftables (firewall base, default-deny administrativo, sem bloquear SSH) — adiado para a Fase 9, quando houver serviços/portas reais a proteger
Fase 1 — Dados e cache
- docker-compose: serviço postgres 17-alpine (schemas application/asterisk) — testado, healthy
- docker-compose: serviço redis 7-alpine (auth, AOF, maxmemory 100mb) — testado, healthy
- Health checks postgres/redis
- packages/database: schema inicial + migrations tool
Fase 2 — Asterisk
- Dockerfile Asterisk 22.10.1 LTS compilado do fonte (host network) —
Debian trixie não tem mais o pacote
asterisknos repos oficiais - PJSIP (transport UDP:5060; chan_sip nem existe mais a partir do Ast 21)
- AMI habilitado — testado login via 127.0.0.1:5038, bloqueado na LAN via nftables
- ARI habilitado — testado GET /ari/asterisk/info via 127.0.0.1:8088, 401 sem auth
- Realtime ODBC -> Postgres schema
asterisk(sorcery.conf + extconfig.conf + res_odbc.conf) —pjsip show endpointsconsulta o Postgres sem erro - CDR via cdr_adaptive_odbc — testado, grava em asterisk.cdr (ANSWERED,
duration/billsec corretos). Nota: coluna
endrenomeada paraend_time(palavra reservada no Postgres, cdr_adaptive_odbc não quota identificadores) - CEL via cel_odbc — testado, grava em asterisk.cel (CHAN_START/ANSWER/ HANGUP/CHAN_END)
- queue_log habilitado (padrão do app_queue, arquivo em /var/log/asterisk)
- Dialplan inicial de teste (contexto
b2bcall-healthcheck, exten 600, Answer/Playback/Echo) — testado viachannel originate ... extension - nftables protegendo AMI/ARI/SIP na interface da LAN (ens18), trazido da
Fase 9 para já — não testado a partir de outra máquina na LAN (só
localmente, onde tráfego para o próprio IP vai por
loe não exercita a regra; revisar quando OpenSIPS/outro host estiver disponível)
Pendências conhecidas da Fase 2 (não bloqueiam, revisitar depois)
res_pjsip_outbound_registrationrecusa carregar no boot (mensagem "no existing documentation" para o tipo 'registration' do sorcery) — carregamento manual viamodule loadfunciona mas é desfeito por uma flag interna de "declined at boot". Só afeta troncos com registration outbound; endpoints/aors funcionam normalmente. Investigar na Fase 4 ao implementar cadastro de troncos com registration.res_config_ldapgera ERROR de log no boot (sem LDAP configurado, não usamos). Cosmético — considerarnoloadem modules.conf.cdr_pgsql/cel_pgsqlnão compilaram (falta libpq-dev na imagem); usamoscdr_adaptive_odbc/cel_odbccomo alternativa funcional via ODBC — decisão adequada, não precisa dos módulos pgsql nativos.
Fase 3 — Backend base
- apps/api (NestJS 11 + Fastify) bootstrap — containerizado, healthy
- packages/database (Prisma) + packages/shared (catálogo de permissões) — decisão de ORM documentada em docs/ARCHITECTURE.md 3.6.1
- Migration inicial aplicada (users/sessions/roles/permissions/ user_roles/role_permissions/audit_logs/password_reset_tokens)
- Seed (40 permissões, 4 perfis, bootstrap super_admin com senha aleatória em FIRST_LOGIN.txt chmod 600) — testado
- Autenticação (Argon2id, access JWT + refresh opaco com rotação, cookies HttpOnly/SameSite=Lax, refresh_token restrito a /api/auth) — testado: login, /me, refresh, change-password, revogação de sessão
- Rate limiting de login progressivo via Redis (5/60s, bloqueio 1min→2min→4min...até 1h por IP) — testado com 7 tentativas seguidas
- RBAC completo (users/roles/permissions/user_roles/role_permissions) reforçado no backend via PermissionsGuard — testado (nega sem permissão, permite com todas as permissões) + unit tests
- Proteção contra auto-elevação de privilégio (usuário não altera os próprios roleIds) — testado, HTTP 403
- Auditoria (audit_logs) chamada explicitamente em cada ação sensível (login/login_failed/logout/password_changed/user_created/ user_updated/role_*) com redação de campos sensíveis — testado via GET /api/audit (roles.manage/audit.view), paginação server-side
- Health checks /api/health, /api/health/live, /api/health/ready (Postgres + Redis reais, sem dado fake) — testado
- Swagger/OpenAPI em /api/docs, desabilitável via SWAGGER_ENABLED=false — testado (200 com flag default true)
- Logs estruturados JSON (nestjs-pino) com request_id de correlação e redação de senha/tokens/cookies
- Filtro global de exceções: nunca expõe erro cru, sempre requestId
- Lint (eslint --fix) e testes unitários (PermissionsGuard) passando
- Recuperação de senha por e-mail: lógica completa (token com expiração, hash, uso único), mas envio real via SMTP é um stub que só loga — falta credencial SMTP real (.env SMTP_*), meramente externo — trocar MailerService por nodemailer quando houver
Fase 4 — Telefonia (camada de aplicação)
- packages/telephony: cliente AMI próprio (TCP raw, sem dependência de terceiros) + TelephonyProvider + AsteriskTelephonyProvider — testado contra o Asterisk real: login, PJSIPShowEndpoints/QueueStatus (lista vazia tratada corretamente), Command (parsing do formato real do Asterisk 22: múltiplos headers "Output:", não mais "Follows"/"--END COMMAND--"), Originate, stream de eventos
- apps/asterisk-events (worker dedicado, containerizado) — conecta via host.docker.internal (rede bridge -> Asterisk em host network), normaliza eventos relevantes, persiste ExtensionState (Postgres), publica em Redis pub/sub (b2bcall:events:asterisk e :extensions), heartbeat para health check — testado ponta a ponta com chamada real
- Schema Prisma: Trunk, Extension, ExtensionState + criptografia de segredos AES-256-GCM (packages/shared/secret-crypto.ts)
- CRUD Troncos (IP/AUTH/REGISTRATION, CPS máximo, ACL, secret cifrado AES-256-GCM, teste de status) — testado: criado via API, verificado que o Asterisk enxerga o endpoint via realtime SEM reload, status consultado via PJSIPShowContacts, exclusão em cascata confirmada
- CRUD Ramais (senha SIP gerada automaticamente, nunca reexibida exceto na criação/reset, reset endpoint) — testado igual aos troncos
- GET /api/monitoring/extensions — status com prioridade de cor (offline/available/busy; pausa e agente logado chegam na Fase 5)
- Painel visual de Ramais (WebSocket) — backend (gateway WS) ainda pendente; ExtensionState/pub-sub e o endpoint de monitoramento já prontos como base (frontend consumirá via WS na Fase 8)
- Dialplan estruturado e versionado (dialplan_entries + dialplan_versions) — testado ponta a ponta: criar entradas -> publicar -> gera b2bcall-dialplan.conf (volume compartilhado api<->asterisk) -> AMI "dialplan reload" -> "dialplan show" confirma ativo, SEM restart. Validação estrita de caracteres em cada campo (nunca aceita entrada capaz de injetar linhas de config). Rollback automático se a verificação pós-reload detectar erro; rollback manual para qualquer versão anterior via endpoint dedicado. Limitação conhecida: detecta falhas estruturais/sintáticas, não erros semânticos como nome de aplicação Asterisk inexistente (só se manifesta em tempo de chamada)
- Administração do Asterisk: status (AMI + heartbeat asterisk-events), module show, e diagnóstico com ALLOWLIST ESTRITA de comandos exatos (core show uptime/channels/version, pjsip show *, queue show, module show, dialplan show) — testado: comando permitido executa, comando arbitrário rejeitado com 400. Abas de configuração fina (pjsip/rtp/ cdr/cel/logs como formulário editável) ficam para quando o fluxo de "editor avançado com backup/validação" for generalizado além do dialplan — no momento config geral do Asterisk é só leitura via status/diagnóstico, não tem tela de edição de asterisk.conf/rtp.conf
Fase 5 — Call Center
- Agentes (agents, separado de users 1:1) + agent_sessions + agent_state_events + agent_pause_events — schema Prisma completo
- Máquina de estados do agente (LOGGED_IN→AVAILABLE→PAUSED→AVAILABLE,
logout) com histórico início/fim por estado — testado ponta a ponta
contra o Asterisk real: login cria sessão, "disponível" faz AMI
QueueAdd (confirmado via
queue show: membro dinâmico aparece), "pausar" faz QueuePause com motivo (confirmado: "paused:Almoco" aparece ao vivo), "despausar" reverte, "logout" faz QueueRemove (confirmado: fila volta a "No Members") - Motivos de pausa (CRUD) — sem permissão dedicada no catálogo da seção 11, tratado sob settings.manage
- Filas (CRUD + 8 estratégias do enum QueueStrategy) — gera queues.conf via o mesmo padrão do dialplan (arquivo compartilhado + reload), mas SEM membros estáticos: membership é 100% dinâmica via AMI (login/logout do agente), evitando dessincronia entre duas fontes de verdade
- Tela do agente (backend completo: login/available/pause/unpause/ logout via /api/agent-console/*) — disposição de chamada fica para quando existir uma chamada de verdade para dispor (Fase 6)
- Disposições de chamada (CRUD + ações: callback, DNC) — adiado para Fase 6 junto com Campanhas/Leads, já que disposição só faz sentido quando há chamadas de campanha reais para classificar
- Callback (agendamento + scheduler) — idem, depende de leads/campanhas
- Monitoramento de Filas (tempo real): GET /api/monitoring/queues (chamadas aguardando, maior espera, agentes logados/pausados/ disponíveis) via AMI QueueStatus ao vivo. TME/TMA/SLA/taxa de abandono HISTÓRICOS ficam para a Fase 7 (dependem de consolidação de CDR/CEL/queue_log) — não inventamos número aqui
Fase 6 — Campanhas e discador preditivo
- CRUD Campanhas (todos os campos da seção 24) — testado: criação com defaults corretos, máquina de estados (DRAFT/READY/RUNNING/PAUSED/ DRAINING/STOPPED/COMPLETED) rejeitando transições inválidas (ex.: PAUSED->PAUSED = 400), edição bloqueada com campanha RUNNING
- Import CSV streaming (detecção automática de delimitador — vírgula/ ponto-e-vírgula/tab —, mapeamento de coluna por nome de header, validação+normalização, dedupe dentro do arquivo E contra leads já existentes na campanha, CSV de rejeitados com motivo, modo dryRun para preview sem persistir) — testado com CSV real (5 linhas: 3 válidas, 1 inválida, 1 duplicada — todos os contadores bateram)
- Normalização de telefone (packages/shared, BR — E.164, DDD/celular validados) — 7 testes unitários passando
- Lista de supressão (DNC): CRUD + import CSV + remoção sempre exige motivo e é auditada — checagem obrigatória pré-originação (isSuppressed) implementada e usada pelo dialer-worker (ver abaixo)
- CPS limiter (token bucket via Lua atômico no Redis, dois buckets independentes campanha+tronco, min() dos dois — multi-worker seguro)
- Reserva concorrente de leads (SQL único com FOR UPDATE SKIP LOCKED — atômico; timeout de 90s libera reservas órfãs após queda de worker)
- Idempotência de originação (DialAttempt.id é o attempt_id de negócio, nunca reoriginado; UNIQUEID nunca usado como PK — seção 97)
- PredictiveDialerEngine (EWMA de answerProbability/avgTalkTimeSeconds/ abandonRate, previsão de liberação de agentes via TMA histórico + tempo decorrido, ajuste de pacing) — apps/dialer-worker/src/ predictive-engine.ts, 100% lógica pura testável, 14 testes unitários
- Controle de abandono (pacing cai imediatamente acima da meta; nunca sobe "porque nada de ruim aconteceu" durante período ocioso — bug real encontrado e corrigido durante o teste do cenário da seção 66)
- AMD opcional por campanha — campo existe no schema/DTO, detecção real (app AMD do Asterisk) ainda não integrada à originação (ver docs/PREDICTIVE_DIALER.md seção 7)
- Wrap-up time — campo existe, mas transição automática do agente para WRAP_UP via eventos reais (AgentComplete) não implementada; hoje só funciona no modo simulação e nas transições manuais da Fase 5 (ver docs/PREDICTIVE_DIALER.md seção 7)
- Retry engine (regras por causa configuráveis por campanha via JSON, default seção 79, nunca rediscagem infinita via maxAttempts) — testado ponta a ponta (NO_ANSWER agendou retry corretamente)
- Horário de campanha (timezone via Intl.DateTimeFormat, dias da semana, HH:MM, WAITING_SCHEDULE computado) — 6 testes unitários cobrindo timezone, dias, startDate/endDate
- Lock distribuído por campanha (Redis SET NX PX + token de posse + renovação/liberação seguras via Lua — nunca libera lock de outro dono)
- docs/PREDICTIVE_DIALER.md — algoritmo, decisões, bugs encontrados e corrigidos durante o teste, limitações conhecidas documentadas
Testado ponta a ponta contra containers reais (Postgres/Redis/Asterisk): campanha completa criada → agente logado/disponível via API real → leads importados → campanha iniciada → reserva atômica → CPS respeitado → simulação de NO_ANSWER (retry agendado) e ANSWERED (AGENT_CONNECTED, EWMA atualizada ao vivo no Redis) → parada sem derrubar chamadas em andamento.
Fase 7 — CDR, métricas e relatórios
- Modelo consolidado de chamadas —
DialAttemptjá concentra os timestamps reais (started/ringing/answered/queued/agentConnected/ended) e hangupCause; CDR/CEL do Asterisk seguem gravados viacdr_adaptive_odbc/cel_odbcna baseasterisk(não duplicados no domínio da app). Não há correlação automática CDR↔DialAttempt para chamadas reais (não simuladas) além do timeout de segurança — ver nota em docs/PREDICTIVE_DIALER.md. - Reconciliação de estados órfãos após restart —
reconciliation.ts(reconcileOrphanedAttempts), rodando a cada 60s viamain.ts; forçaDialAttempts presos há >10min paraFAILED/RECONCILED_ORPHANe devolve o lead paraREADY. Testado por unit tests; não exercitado neste ciclo via kill real do worker (fica para Fase 10). - TME / TMA — cálculo real em
reports.service.ts#calculateMetricsedashboard.service.ts#overview/campaignDashboard, a partir dequeuedAt/agentConnectedAt/endedAt. Validado end-to-end: campanha de teste "Campanha F7" retornoutmeSeconds: 0.023,tmaSeconds: 136.6batendo com os timestamps reais da chamada simulada conectada. - Relatório de Chamadas —
GET /api/reports/calls(filtros campaignId/agentId/dispositionId/phone/state/from/to, paginação server-side) eGET /api/reports/calls/export(CSV viacsv-stringify, teto de 100k linhas). Testado contra as 10 tentativas reais da campanha de teste — paginação e filtros funcionando. - Relatório de Agentes —
GET /api/reports/agents/:agentId, tempo real por estado a partir deagent_state_events/agent_pause_events. Validado: agente de teste retornoutimeByStateSecondscom LOGGED_IN/AVAILABLE/IN_CALL/WRAP_UP batendo com o ciclo real observado. - Dashboard geral —
GET /api/dashboarde/api/dashboard/calls-by-hour, cards/gráficos 100% derivados dedial_attempts/agent_state_eventsreais (sem números inventados, seção 72). Validado com dados reais. - Dashboard do discador —
GET /api/dashboard/campaigns/:id, combina contagens Postgres com snapshot EWMA do Redis (dialer:stats:{campaignId}). Validado:abandonRateepacingFactorrefletiram corretamente o abandono real ocorrido no teste. - Compliance de Chamadas —
ComplianceSettings(singleton configurável: limiar de chamada curta, limites de tentativas por número/dia/mês, threshold de alto volume) +GET/PATCH /api/compliance/settingseGET /api/compliance/indicators(contadores reais de chamadas hoje/mês, chamadas curtas, abandonadas, números acima do limite diário, alertas). Validado com dados reais da campanha de teste.
Teste E2E executado (2026-08-27): criados trunk/fila/ramal/agente/usuário/
campanha de teste ("Campanha F7"), 10 leads importados via CSV, campanha
rodada em DIALER_SIMULATION=true. Confirmado em produção real (não só no
harness isolado): DialAttempt.agentId populado corretamente ao conectar
(bug da Fase 7 corrigido em agent-call-binding.ts); ciclo completo de
AgentStateEvent AVAILABLE → IN_CALL → WRAP_UP → AVAILABLE; abandonRate
no Redis atualizado de 0 para 0.05 após abandono real (bug do EWMA não
conectado ao campaign-worker.ts corrigido); todos os endpoints de
relatórios/dashboard/compliance retornando dados reais e coerentes com o
banco. Todos os fixtures de teste foram removidos/desativados ao final.
Fase 8 — Frontend completo
- Bootstrap Next.js 15 (App Router) + Tailwind v4 + componentes estilo
shadcn/ui (escritos à mão sobre Radix UI, sem CLI interativo) +
TanStack Query. WS client não implementado (ver nota abaixo) —
telas ao vivo usam polling via
refetchInterval(5–15s conforme a tela), suficiente para o volume atual mas não é WebSocket real. - Logo processada (
b2bcall.pngcopiada, original nunca modificada) + tema light/dark com toggle manual +prefers-color-scheme. - Menu completo (seção 52) com gating por permissão real
(
RequirePermission+ itens de menu ocultos poruseAuth().can()), Dashboard/Discador/Call Center/Telefonia/Monitoramento/ Relatórios/Sistema + Console do Agente. - Reverse proxy Nginx (
infrastructure/nginx/) colocando frontend e API na mesma origem (porta 80, único serviço publicado à LAN) — antecipado da Fase 9 (seção 87) porque sem isso não havia como um navegador de verdade alcançar a API (que não publica porta própria). - Todas as telas do checklist de aceite (seção 90) implementadas e
conectadas a endpoints reais: login, usuários, perfis/permissões,
ramais, status de ramal, troncos, dialplan, filas, agentes,
associação agente↔fila, motivos de pausa, console do agente
(login/pausa/retirar pausa), campanhas (CPS, importação CSV,
iniciar/pausar), monitoramento (discagem/agentes/fila) ao vivo,
TME/TMA, busca de chamadas com filtro por fila/agente/estado/
telefone/data, exportação CSV, administração do Asterisk
(status + diagnóstico allowlist + reload), auditoria.
Adicionado
queueIdaGET /api/reports/calls(não existia antes) para permitir o filtro por fila explicitamente pedido na seção 90. - Callbacks (menu da seção 52) — não implementado nesta fase: o
modelo
Callbackexiste no schema desde a Fase 6, mas nunca houve controller/service de API para ele, e a seção 90 (critério literal de aceite) não exige essa tela. Criar uma tela sem a API por trás seria construir um mockup, o que a diretriz do projeto proíbe. Fica registrado como pendência explícita, não descartado silenciosamente. - Verificação visual em navegador não foi possível nesta sessão —
ambiente é um servidor Debian headless sem display/browser. A
verificação feita foi:
tsc --noEmitlimpo,eslintlimpo, build de produção (next build) gerando as 27 rotas sem erro, e testes funcionais viacurlreproduzindo exatamente as chamadas que o navegador faria — login via/api/auth/login, cookie de sessão validado pelo middleware (/redireciona para/loginsem cookie, libera com cookie), todas as 24 páginas protegidas retornando HTTP 200 através do Nginx, e os endpoints de dados (/api/dashboard,/api/reports/*,/api/compliance/*etc.) retornando dados reais com o mesmo cookie de sessão. O que não foi verificado: renderização visual real, interações de clique/formulário no DOM, responsividade, tema escuro na prática. Recomenda-se ao usuário abrirhttp://10.10.32.142/em um navegador para essa validação final.
Fase 9 — Segurança e produção
- Criptografia de segredos de trunk (AES-256-GCM)
- HTTP security headers, CORS, CSRF, Helmet
- nftables final revisado
- Logs estruturados JSON (sem segredos)
- Correlation IDs (request_id/attempt_id/call_id)
- Métricas Prometheus (/metrics)
- Bootstrap super_admin (senha aleatória, FIRST_LOGIN.txt, forçar troca)
- Seed (permissões, perfis, pausas, disposições) sem dados fake em produção
- Backup/restore (postgres, asterisk config, .env seguro)
- scripts/install.sh, update.sh, backup.sh, restore.sh, healthcheck.sh
- Nginx reverse proxy (80/443, WS, HTTPS documentado)
Fase 10 — Testes e aceite
- Unit tests (predictive engine, CPS limiter, permissions, phone norm, retry, state machines, TME/TMA, scheduling)
- Integration tests (postgres, redis, repositories, API, AMI mock)
- E2E (login → ... → RBAC, conforme seção 64)
- Modo simulação (DIALER_SIMULATION=true) + testes do predictive engine
- Prova de CPS respeitado / concorrência máxima / sem discagem dupla / pausa efetiva / recuperação após restart / pacing reage a abandono / supressão respeitada / horário respeitado
- Quality gate (lint, typecheck, unit, integration, e2e, compose config, compose ps, health checks) — tudo verde
- Aceite de segurança (seção 92)
- Aceite Asterisk (seção 93, comandos documentados)
- README final completo
- Relatório final da implementação
Nota de ambiente: VM atual com 1.9 GiB RAM / 2 vCPU — adequada para dev e simulação, não para carga real de produção. Ver docs/ARCHITECTURE.md seção 1.