Fase 9 (segurança e produção): - GET /api/metrics: endpoint Prometheus com métricas reais (chamadas, agentes, filas, CPS por campanha), protegido por permissão - scripts/backup.sh, restore.sh, healthcheck.sh, install.sh, update.sh — testados contra o ambiente real (backup.sh e healthcheck.sh rodados de verdade; install.sh/update.sh validados por inspeção, ambiente atual já provisionado) - POST /api/agent-console/dispose: aplica disposição de chamada de verdade (lacuna deixada aberta desde a Fase 6), com ações CALLBACK (agenda retorno) e DO_NOT_CALL (suprime automaticamente) - apps/dialer-worker/src/callback-sweep.ts: reativa leads com callback vencido; GET /api/callbacks para consulta - apps/dialer-worker/src/wrap-up-sweep.ts: transição automática WRAP_UP -> AVAILABLE + despausa real na fila do Asterisk. Exigiu corrigir main.ts para conectar ao AMI mesmo em DIALER_SIMULATION=true (DIALER_SIMULATION deve impedir só originação de chamada, não ações administrativas de fila) - nftables revisado (sem alterações necessárias) - Documentação completa: INSTALL, OPERATIONS, BACKUP_RESTORE, SECURITY, DATABASE, API, ASTERISK, OPENSIPS (não implementado, motivo documentado), TROUBLESHOOTING - README.md e CHANGELOG.md reescritos Fase 10 (testes e aceite): - Quality gate completo executado: build/typecheck (7 workspaces), lint, 46 testes unitários, docker compose config/ps, healthcheck — tudo verde - Aceite de segurança (seção 92): 13 itens verificados ao vivo contra o sistema real, não só por inspeção de código - Aceite Asterisk (seção 93): os 5 comandos executados e documentados, comunicação API->AMI->Asterisk validada - docs/RELATORIO_FINAL.md: relatório final no formato da seção 96 Todos os fixtures de teste desta fase foram removidos/desativados ao final. Credenciais de acesso entregues separadamente em CREDENCIAIS.txt (fora do git, nunca versionado).
31 KiB
B2BCall — TODO Operacional
Checklist vivo. Marcar [x] somente após testar. Não deixar item concluído sem
validação. Ver critérios de aceite completos em docs/ARCHITECTURE.md e no prompt
mestre original (agente.md, seções 90-93).
Fase 0 — Infraestrutura base
- Levantamento do servidor (SO, recursos, rede)
- docs/ARCHITECTURE.md
- TODO.md
- Git init + .gitignore + primeiro commit
- Instalar Docker Engine + Compose plugin (29.7.2 / Compose v5.5.0)
- Estrutura de diretórios do monorepo
- .env.example (+ scripts/generate-secrets.sh, .env real gerado localmente)
- nftables (firewall base, default-deny administrativo, sem bloquear SSH) — adiado para a Fase 9, quando houver serviços/portas reais a proteger
Fase 1 — Dados e cache
- docker-compose: serviço postgres 17-alpine (schemas application/asterisk) — testado, healthy
- docker-compose: serviço redis 7-alpine (auth, AOF, maxmemory 100mb) — testado, healthy
- Health checks postgres/redis
- packages/database: schema inicial + migrations tool
Fase 2 — Asterisk
- Dockerfile Asterisk 22.10.1 LTS compilado do fonte (host network) —
Debian trixie não tem mais o pacote
asterisknos repos oficiais - PJSIP (transport UDP:5060; chan_sip nem existe mais a partir do Ast 21)
- AMI habilitado — testado login via 127.0.0.1:5038, bloqueado na LAN via nftables
- ARI habilitado — testado GET /ari/asterisk/info via 127.0.0.1:8088, 401 sem auth
- Realtime ODBC -> Postgres schema
asterisk(sorcery.conf + extconfig.conf + res_odbc.conf) —pjsip show endpointsconsulta o Postgres sem erro - CDR via cdr_adaptive_odbc — testado, grava em asterisk.cdr (ANSWERED,
duration/billsec corretos). Nota: coluna
endrenomeada paraend_time(palavra reservada no Postgres, cdr_adaptive_odbc não quota identificadores) - CEL via cel_odbc — testado, grava em asterisk.cel (CHAN_START/ANSWER/ HANGUP/CHAN_END)
- queue_log habilitado (padrão do app_queue, arquivo em /var/log/asterisk)
- Dialplan inicial de teste (contexto
b2bcall-healthcheck, exten 600, Answer/Playback/Echo) — testado viachannel originate ... extension - nftables protegendo AMI/ARI/SIP na interface da LAN (ens18), trazido da
Fase 9 para já — não testado a partir de outra máquina na LAN (só
localmente, onde tráfego para o próprio IP vai por
loe não exercita a regra; revisar quando OpenSIPS/outro host estiver disponível)
Pendências conhecidas da Fase 2 (não bloqueiam, revisitar depois)
res_pjsip_outbound_registrationrecusa carregar no boot (mensagem "no existing documentation" para o tipo 'registration' do sorcery) — carregamento manual viamodule loadfunciona mas é desfeito por uma flag interna de "declined at boot". Só afeta troncos com registration outbound; endpoints/aors funcionam normalmente. Investigar na Fase 4 ao implementar cadastro de troncos com registration.res_config_ldapgera ERROR de log no boot (sem LDAP configurado, não usamos). Cosmético — considerarnoloadem modules.conf.cdr_pgsql/cel_pgsqlnão compilaram (falta libpq-dev na imagem); usamoscdr_adaptive_odbc/cel_odbccomo alternativa funcional via ODBC — decisão adequada, não precisa dos módulos pgsql nativos.
Fase 3 — Backend base
- apps/api (NestJS 11 + Fastify) bootstrap — containerizado, healthy
- packages/database (Prisma) + packages/shared (catálogo de permissões) — decisão de ORM documentada em docs/ARCHITECTURE.md 3.6.1
- Migration inicial aplicada (users/sessions/roles/permissions/ user_roles/role_permissions/audit_logs/password_reset_tokens)
- Seed (40 permissões, 4 perfis, bootstrap super_admin com senha aleatória em FIRST_LOGIN.txt chmod 600) — testado
- Autenticação (Argon2id, access JWT + refresh opaco com rotação, cookies HttpOnly/SameSite=Lax, refresh_token restrito a /api/auth) — testado: login, /me, refresh, change-password, revogação de sessão
- Rate limiting de login progressivo via Redis (5/60s, bloqueio 1min→2min→4min...até 1h por IP) — testado com 7 tentativas seguidas
- RBAC completo (users/roles/permissions/user_roles/role_permissions) reforçado no backend via PermissionsGuard — testado (nega sem permissão, permite com todas as permissões) + unit tests
- Proteção contra auto-elevação de privilégio (usuário não altera os próprios roleIds) — testado, HTTP 403
- Auditoria (audit_logs) chamada explicitamente em cada ação sensível (login/login_failed/logout/password_changed/user_created/ user_updated/role_*) com redação de campos sensíveis — testado via GET /api/audit (roles.manage/audit.view), paginação server-side
- Health checks /api/health, /api/health/live, /api/health/ready (Postgres + Redis reais, sem dado fake) — testado
- Swagger/OpenAPI em /api/docs, desabilitável via SWAGGER_ENABLED=false — testado (200 com flag default true)
- Logs estruturados JSON (nestjs-pino) com request_id de correlação e redação de senha/tokens/cookies
- Filtro global de exceções: nunca expõe erro cru, sempre requestId
- Lint (eslint --fix) e testes unitários (PermissionsGuard) passando
- Recuperação de senha por e-mail: lógica completa (token com expiração, hash, uso único), mas envio real via SMTP é um stub que só loga — falta credencial SMTP real (.env SMTP_*), meramente externo — trocar MailerService por nodemailer quando houver
Fase 4 — Telefonia (camada de aplicação)
- packages/telephony: cliente AMI próprio (TCP raw, sem dependência de terceiros) + TelephonyProvider + AsteriskTelephonyProvider — testado contra o Asterisk real: login, PJSIPShowEndpoints/QueueStatus (lista vazia tratada corretamente), Command (parsing do formato real do Asterisk 22: múltiplos headers "Output:", não mais "Follows"/"--END COMMAND--"), Originate, stream de eventos
- apps/asterisk-events (worker dedicado, containerizado) — conecta via host.docker.internal (rede bridge -> Asterisk em host network), normaliza eventos relevantes, persiste ExtensionState (Postgres), publica em Redis pub/sub (b2bcall:events:asterisk e :extensions), heartbeat para health check — testado ponta a ponta com chamada real
- Schema Prisma: Trunk, Extension, ExtensionState + criptografia de segredos AES-256-GCM (packages/shared/secret-crypto.ts)
- CRUD Troncos (IP/AUTH/REGISTRATION, CPS máximo, ACL, secret cifrado AES-256-GCM, teste de status) — testado: criado via API, verificado que o Asterisk enxerga o endpoint via realtime SEM reload, status consultado via PJSIPShowContacts, exclusão em cascata confirmada
- CRUD Ramais (senha SIP gerada automaticamente, nunca reexibida exceto na criação/reset, reset endpoint) — testado igual aos troncos
- GET /api/monitoring/extensions — status com prioridade de cor (offline/available/busy; pausa e agente logado chegam na Fase 5)
- Painel visual de Ramais (WebSocket) — backend (gateway WS) ainda pendente; ExtensionState/pub-sub e o endpoint de monitoramento já prontos como base (frontend consumirá via WS na Fase 8)
- Dialplan estruturado e versionado (dialplan_entries + dialplan_versions) — testado ponta a ponta: criar entradas -> publicar -> gera b2bcall-dialplan.conf (volume compartilhado api<->asterisk) -> AMI "dialplan reload" -> "dialplan show" confirma ativo, SEM restart. Validação estrita de caracteres em cada campo (nunca aceita entrada capaz de injetar linhas de config). Rollback automático se a verificação pós-reload detectar erro; rollback manual para qualquer versão anterior via endpoint dedicado. Limitação conhecida: detecta falhas estruturais/sintáticas, não erros semânticos como nome de aplicação Asterisk inexistente (só se manifesta em tempo de chamada)
- Administração do Asterisk: status (AMI + heartbeat asterisk-events), module show, e diagnóstico com ALLOWLIST ESTRITA de comandos exatos (core show uptime/channels/version, pjsip show *, queue show, module show, dialplan show) — testado: comando permitido executa, comando arbitrário rejeitado com 400. Abas de configuração fina (pjsip/rtp/ cdr/cel/logs como formulário editável) ficam para quando o fluxo de "editor avançado com backup/validação" for generalizado além do dialplan — no momento config geral do Asterisk é só leitura via status/diagnóstico, não tem tela de edição de asterisk.conf/rtp.conf
Fase 5 — Call Center
- Agentes (agents, separado de users 1:1) + agent_sessions + agent_state_events + agent_pause_events — schema Prisma completo
- Máquina de estados do agente (LOGGED_IN→AVAILABLE→PAUSED→AVAILABLE,
logout) com histórico início/fim por estado — testado ponta a ponta
contra o Asterisk real: login cria sessão, "disponível" faz AMI
QueueAdd (confirmado via
queue show: membro dinâmico aparece), "pausar" faz QueuePause com motivo (confirmado: "paused:Almoco" aparece ao vivo), "despausar" reverte, "logout" faz QueueRemove (confirmado: fila volta a "No Members") - Motivos de pausa (CRUD) — sem permissão dedicada no catálogo da seção 11, tratado sob settings.manage
- Filas (CRUD + 8 estratégias do enum QueueStrategy) — gera queues.conf via o mesmo padrão do dialplan (arquivo compartilhado + reload), mas SEM membros estáticos: membership é 100% dinâmica via AMI (login/logout do agente), evitando dessincronia entre duas fontes de verdade
- Tela do agente (backend completo: login/available/pause/unpause/ logout via /api/agent-console/*) — disposição de chamada fica para quando existir uma chamada de verdade para dispor (Fase 6)
- Disposições de chamada (CRUD + ações: callback, DNC) — adiado para Fase 6 junto com Campanhas/Leads, já que disposição só faz sentido quando há chamadas de campanha reais para classificar
- Callback (agendamento + scheduler) — idem, depende de leads/campanhas
- Monitoramento de Filas (tempo real): GET /api/monitoring/queues (chamadas aguardando, maior espera, agentes logados/pausados/ disponíveis) via AMI QueueStatus ao vivo. TME/TMA/SLA/taxa de abandono HISTÓRICOS ficam para a Fase 7 (dependem de consolidação de CDR/CEL/queue_log) — não inventamos número aqui
Fase 6 — Campanhas e discador preditivo
- CRUD Campanhas (todos os campos da seção 24) — testado: criação com defaults corretos, máquina de estados (DRAFT/READY/RUNNING/PAUSED/ DRAINING/STOPPED/COMPLETED) rejeitando transições inválidas (ex.: PAUSED->PAUSED = 400), edição bloqueada com campanha RUNNING
- Import CSV streaming (detecção automática de delimitador — vírgula/ ponto-e-vírgula/tab —, mapeamento de coluna por nome de header, validação+normalização, dedupe dentro do arquivo E contra leads já existentes na campanha, CSV de rejeitados com motivo, modo dryRun para preview sem persistir) — testado com CSV real (5 linhas: 3 válidas, 1 inválida, 1 duplicada — todos os contadores bateram)
- Normalização de telefone (packages/shared, BR — E.164, DDD/celular validados) — 7 testes unitários passando
- Lista de supressão (DNC): CRUD + import CSV + remoção sempre exige motivo e é auditada — checagem obrigatória pré-originação (isSuppressed) implementada e usada pelo dialer-worker (ver abaixo)
- CPS limiter (token bucket via Lua atômico no Redis, dois buckets independentes campanha+tronco, min() dos dois — multi-worker seguro)
- Reserva concorrente de leads (SQL único com FOR UPDATE SKIP LOCKED — atômico; timeout de 90s libera reservas órfãs após queda de worker)
- Idempotência de originação (DialAttempt.id é o attempt_id de negócio, nunca reoriginado; UNIQUEID nunca usado como PK — seção 97)
- PredictiveDialerEngine (EWMA de answerProbability/avgTalkTimeSeconds/ abandonRate, previsão de liberação de agentes via TMA histórico + tempo decorrido, ajuste de pacing) — apps/dialer-worker/src/ predictive-engine.ts, 100% lógica pura testável, 14 testes unitários
- Controle de abandono (pacing cai imediatamente acima da meta; nunca sobe "porque nada de ruim aconteceu" durante período ocioso — bug real encontrado e corrigido durante o teste do cenário da seção 66)
- AMD opcional por campanha — campo existe no schema/DTO, detecção real (app AMD do Asterisk) ainda não integrada à originação (ver docs/PREDICTIVE_DIALER.md seção 7)
- Wrap-up time — campo existe, mas transição automática do agente para WRAP_UP via eventos reais (AgentComplete) não implementada; hoje só funciona no modo simulação e nas transições manuais da Fase 5 (ver docs/PREDICTIVE_DIALER.md seção 7)
- Retry engine (regras por causa configuráveis por campanha via JSON, default seção 79, nunca rediscagem infinita via maxAttempts) — testado ponta a ponta (NO_ANSWER agendou retry corretamente)
- Horário de campanha (timezone via Intl.DateTimeFormat, dias da semana, HH:MM, WAITING_SCHEDULE computado) — 6 testes unitários cobrindo timezone, dias, startDate/endDate
- Lock distribuído por campanha (Redis SET NX PX + token de posse + renovação/liberação seguras via Lua — nunca libera lock de outro dono)
- docs/PREDICTIVE_DIALER.md — algoritmo, decisões, bugs encontrados e corrigidos durante o teste, limitações conhecidas documentadas
Testado ponta a ponta contra containers reais (Postgres/Redis/Asterisk): campanha completa criada → agente logado/disponível via API real → leads importados → campanha iniciada → reserva atômica → CPS respeitado → simulação de NO_ANSWER (retry agendado) e ANSWERED (AGENT_CONNECTED, EWMA atualizada ao vivo no Redis) → parada sem derrubar chamadas em andamento.
Fase 7 — CDR, métricas e relatórios
- Modelo consolidado de chamadas —
DialAttemptjá concentra os timestamps reais (started/ringing/answered/queued/agentConnected/ended) e hangupCause; CDR/CEL do Asterisk seguem gravados viacdr_adaptive_odbc/cel_odbcna baseasterisk(não duplicados no domínio da app). Não há correlação automática CDR↔DialAttempt para chamadas reais (não simuladas) além do timeout de segurança — ver nota em docs/PREDICTIVE_DIALER.md. - Reconciliação de estados órfãos após restart —
reconciliation.ts(reconcileOrphanedAttempts), rodando a cada 60s viamain.ts; forçaDialAttempts presos há >10min paraFAILED/RECONCILED_ORPHANe devolve o lead paraREADY. Testado por unit tests; não exercitado neste ciclo via kill real do worker (fica para Fase 10). - TME / TMA — cálculo real em
reports.service.ts#calculateMetricsedashboard.service.ts#overview/campaignDashboard, a partir dequeuedAt/agentConnectedAt/endedAt. Validado end-to-end: campanha de teste "Campanha F7" retornoutmeSeconds: 0.023,tmaSeconds: 136.6batendo com os timestamps reais da chamada simulada conectada. - Relatório de Chamadas —
GET /api/reports/calls(filtros campaignId/agentId/dispositionId/phone/state/from/to, paginação server-side) eGET /api/reports/calls/export(CSV viacsv-stringify, teto de 100k linhas). Testado contra as 10 tentativas reais da campanha de teste — paginação e filtros funcionando. - Relatório de Agentes —
GET /api/reports/agents/:agentId, tempo real por estado a partir deagent_state_events/agent_pause_events. Validado: agente de teste retornoutimeByStateSecondscom LOGGED_IN/AVAILABLE/IN_CALL/WRAP_UP batendo com o ciclo real observado. - Dashboard geral —
GET /api/dashboarde/api/dashboard/calls-by-hour, cards/gráficos 100% derivados dedial_attempts/agent_state_eventsreais (sem números inventados, seção 72). Validado com dados reais. - Dashboard do discador —
GET /api/dashboard/campaigns/:id, combina contagens Postgres com snapshot EWMA do Redis (dialer:stats:{campaignId}). Validado:abandonRateepacingFactorrefletiram corretamente o abandono real ocorrido no teste. - Compliance de Chamadas —
ComplianceSettings(singleton configurável: limiar de chamada curta, limites de tentativas por número/dia/mês, threshold de alto volume) +GET/PATCH /api/compliance/settingseGET /api/compliance/indicators(contadores reais de chamadas hoje/mês, chamadas curtas, abandonadas, números acima do limite diário, alertas). Validado com dados reais da campanha de teste.
Teste E2E executado (2026-08-27): criados trunk/fila/ramal/agente/usuário/
campanha de teste ("Campanha F7"), 10 leads importados via CSV, campanha
rodada em DIALER_SIMULATION=true. Confirmado em produção real (não só no
harness isolado): DialAttempt.agentId populado corretamente ao conectar
(bug da Fase 7 corrigido em agent-call-binding.ts); ciclo completo de
AgentStateEvent AVAILABLE → IN_CALL → WRAP_UP → AVAILABLE; abandonRate
no Redis atualizado de 0 para 0.05 após abandono real (bug do EWMA não
conectado ao campaign-worker.ts corrigido); todos os endpoints de
relatórios/dashboard/compliance retornando dados reais e coerentes com o
banco. Todos os fixtures de teste foram removidos/desativados ao final.
Fase 8 — Frontend completo
- Bootstrap Next.js 15 (App Router) + Tailwind v4 + componentes estilo
shadcn/ui (escritos à mão sobre Radix UI, sem CLI interativo) +
TanStack Query. WS client não implementado (ver nota abaixo) —
telas ao vivo usam polling via
refetchInterval(5–15s conforme a tela), suficiente para o volume atual mas não é WebSocket real. - Logo processada (
b2bcall.pngcopiada, original nunca modificada) + tema light/dark com toggle manual +prefers-color-scheme. - Menu completo (seção 52) com gating por permissão real
(
RequirePermission+ itens de menu ocultos poruseAuth().can()), Dashboard/Discador/Call Center/Telefonia/Monitoramento/ Relatórios/Sistema + Console do Agente. - Reverse proxy Nginx (
infrastructure/nginx/) colocando frontend e API na mesma origem (porta 80, único serviço publicado à LAN) — antecipado da Fase 9 (seção 87) porque sem isso não havia como um navegador de verdade alcançar a API (que não publica porta própria). - Todas as telas do checklist de aceite (seção 90) implementadas e
conectadas a endpoints reais: login, usuários, perfis/permissões,
ramais, status de ramal, troncos, dialplan, filas, agentes,
associação agente↔fila, motivos de pausa, console do agente
(login/pausa/retirar pausa), campanhas (CPS, importação CSV,
iniciar/pausar), monitoramento (discagem/agentes/fila) ao vivo,
TME/TMA, busca de chamadas com filtro por fila/agente/estado/
telefone/data, exportação CSV, administração do Asterisk
(status + diagnóstico allowlist + reload), auditoria.
Adicionado
queueIdaGET /api/reports/calls(não existia antes) para permitir o filtro por fila explicitamente pedido na seção 90. - Callbacks (menu da seção 52) — não implementado nesta fase: o
modelo
Callbackexiste no schema desde a Fase 6, mas nunca houve controller/service de API para ele, e a seção 90 (critério literal de aceite) não exige essa tela. Criar uma tela sem a API por trás seria construir um mockup, o que a diretriz do projeto proíbe. Fica registrado como pendência explícita, não descartado silenciosamente. - Verificação visual em navegador não foi possível nesta sessão —
ambiente é um servidor Debian headless sem display/browser. A
verificação feita foi:
tsc --noEmitlimpo,eslintlimpo, build de produção (next build) gerando as 27 rotas sem erro, e testes funcionais viacurlreproduzindo exatamente as chamadas que o navegador faria — login via/api/auth/login, cookie de sessão validado pelo middleware (/redireciona para/loginsem cookie, libera com cookie), todas as 24 páginas protegidas retornando HTTP 200 através do Nginx, e os endpoints de dados (/api/dashboard,/api/reports/*,/api/compliance/*etc.) retornando dados reais com o mesmo cookie de sessão. O que não foi verificado: renderização visual real, interações de clique/formulário no DOM, responsividade, tema escuro na prática. Recomenda-se ao usuário abrirhttp://10.10.32.142/em um navegador para essa validação final.
Fase 9 — Segurança e produção
- Criptografia de segredos de trunk (AES-256-GCM) — já implementado na
Fase 4 (
packages/shared/src/secret-crypto.ts), confirmado queTrunk.secretEncrypted/Extension.sipPasswordEncryptednunca retornam em texto puro emGET/PATCH. - HTTP security headers, CORS, CSRF, Helmet — Helmet + CORS com
allowlist já ativos desde a Fase 3. CSRF mitigado via cookies
SameSite=Lax(sem token dedicado — decisão documentada emdocs/SECURITY.md, revisitar se o frontend algum dia sair da mesma origem da API). - nftables final revisado — regras conferidas contra o estado atual
(Nginx na porta 80, AMI/ARI/SIP ainda bloqueados da interface LAN
ens18, SSH nunca bloqueado). Nenhuma alteração necessária. - Logs estruturados JSON (sem segredos) — confirmado:
redact.pathsnonestjs-pinocobreauthorization,cookie,password,currentPassword,newPassword,set-cookie; varredura nos logs reais do container não encontrou nenhuma credencial vazada. - Correlation IDs (request_id/attempt_id/call_id) —
request_idviagenReqIddo pino desde a Fase 3;DialAttempt.idé o id de correlação de negócio da chamada (nunca oUNIQUEIDdo Asterisk). - Métricas Prometheus (
GET /api/metrics) — novo nesta fase.apps/api/src/metrics/, bibliotecaprom-client. Métricas:b2bcall_calls_total,_answered_total,_abandoned_total,b2bcall_campaign_cps(por campanha RUNNING),b2bcall_agents_ available/busy/paused,b2bcall_queue_waiting(por fila, via AMI QueueStatus ao vivo),b2bcall_dialer_active_calls. Todos calculados a partir de consultas reais no momento do scrape (nunca contador em memória). Protegido pormonitoring.view— não exposto pelo Nginx público, pensado para scrape de dentro da rede Docker. Testado: login real +curl /api/metricsretornou os 9 gauges com valores reais (zerados, sem campanha ativa no momento do teste). - Bootstrap super_admin (senha aleatória, FIRST_LOGIN.txt, forçar troca) — já implementado na Fase 3, confirmado ainda funcional.
- Seed (permissões, perfis, pausas, disposições) sem dados fake em produção — já implementado na Fase 3.
- Backup/restore (postgres, asterisk config, .env seguro) — novo
nesta fase.
scripts/backup.sh(dumppg_dump -Fcdo banco inteiro — cobre schemaspubliceasterisknum arquivo só — mais cópia do.env, retenção de 30 dias) escripts/restore.sh(destrutivo, exige confirmação explícita digitando "restaurar"). Testado de verdade:backup.shrodado contra o ambiente real, gerou dump de 97K + cópia do.env, ambos comchmod 600, fora do git (.gitignoreatualizado parabackups/*). scripts/install.sh,update.sh,backup.sh,restore.sh,healthcheck.sh— todos novos nesta fase.healthcheck.shtestado contra o ambiente real (compose ps,/api/health, Asterisk, nftables — tudo OK).install.sh/update.shescritos espelhando exatamente os passos manuais já validados ao longo de todo o projeto, mas não puderam ser testados de ponta a ponta num servidor limpo nesta sessão (o servidor atual já está provisionado) — validado apenas por inspeção linha a linha contra os comandos reais já executados manualmente antes. Risco residual documentado.- Nginx reverse proxy (80/443, WS, HTTPS documentado) — proxy na porta
80 já implementado/testado na Fase 8; HTTPS não configurado
(rede privada, sem IP público) — passo a passo de como habilitar
documentado em
docs/OPERATIONS.md. - Disposição de chamada aplicada de fato — lacuna da Fase 6/8
fechada nesta fase:
POST /api/agent-console/disposecom ações CALLBACK (criaCallback, lead → statusCALLBACK) e DO_NOT_CALL (lead → statusDO_NOT_CALL+ entrada automática na lista de supressão). Testado ponta a ponta contra containers reais (ver nota de teste abaixo). - Agendamento de callback — lacuna da Fase 6/8 fechada nesta fase:
apps/dialer-worker/src/callback-sweep.ts(varredura a cada 15s) reativa o lead (CALLBACK→READY,next_attempt_at = agora) quandoscheduledAtvence;GET /api/callbackspara consulta. - Wrap-up automático — lacuna da Fase 6 fechada nesta fase:
apps/dialer-worker/src/wrap-up-sweep.tstransiciona o agenteWRAP_UP→AVAILABLEquando owrapUpTimeda fila expira, e despausa o membro na fila via AMIQueuePause. Exigiu corrigirmain.tsdo dialer-worker para conectar ao AMI mesmo emDIALER_SIMULATION=true(antes só conectava fora do modo simulação —DIALER_SIMULATIONdeve impedir originação real de chamada, não ações administrativas de fila como pause/unpause).
Teste E2E executado (2026-08-27): cenário completo criado (trunk/
fila/ramal/agente/usuário "F9"), agente logado e disponível, DialAttempt
em AGENT_CONNECTED inserido para simular uma chamada em andamento.
Confirmado com o Asterisk real: POST /agent-console/dispose com
disposição CALLBACK → agente pausado de verdade na fila (queue show
mostrou paused:wrap-up), Callback criado com scheduledAt/
preferredAgentId, lead → CALLBACK. 20s depois, as duas varreduras
rodaram sozinhas: callback-sweep reativou o lead para READY, wrap-up- sweep voltou o agente para AVAILABLE e removeu a pausa real na fila
do Asterisk (confirmado via queue show fila-f9 antes/depois). Repetido
com disposição DO_NOT_CALL: lead → DO_NOT_CALL, telefone apareceu
automaticamente em GET /api/suppression com o motivo
"Disposição: Nao Perturbe". Todos os fixtures de teste foram removidos ao
final (usuário de teste mantido apenas desativado, mesmo padrão das fases
anteriores).
Fase 10 — Testes e aceite
- Unit tests (predictive engine, CPS limiter, permissions, phone norm,
retry, state machines, TME/TMA, scheduling) — 33 testes em
apps/dialer-worker+ 13 emapps/api, todos passando (pnpm -r test). - Integration tests (postgres, redis, repositories, API, AMI mock) — não existe uma suíte de integração automatizada dedicada (ex.: testcontainers). A cobertura equivalente feita nesta sessão foi sempre manual/via curl contra containers reais a cada fase — real, mas não repetível automaticamente em CI. Lacuna conhecida.
- E2E (login → ... → RBAC) — validado via curl reproduzindo o fluxo do
navegador (login, cookie de sessão, RBAC negando 403 para papel
agentem/asterisk/status,/trunks,/users, tentativa de auto-elevação também negada). - Modo simulação (
DIALER_SIMULATION=true) + testes do predictive engine —simulation-harness.spec.ts, determinístico (seed fixa). - Prova de CPS respeitado / concorrência máxima / pacing reage a
abandono / reprodutibilidade — cobertos por
simulation-harness.spec.ts(testes automatizados). Sem discagem dupla, pausa efetiva, recuperação após restart, supressão respeitada e horário respeitado — cobertos por testes unitários dedicados (schedule.spec.ts) e/ou validados manualmente contra containers reais nas Fases 6/7 (reserva atômica FOR UPDATE SKIP LOCKED,reconciliation.ts,isSuppressedpré-originação) — não há um teste automatizado único que derrube o processo do worker de verdade no meio de uma chamada para provar a recuperação; a lógica de reconciliação em si tem teste unitário, mas o cenário "kill -9 do processo" não foi exercitado nesta sessão. Lacuna conhecida. - Quality gate — executado nesta fase:
pnpm -r build(typecheck de todos os 7 workspaces, limpo),eslintemapiefrontend(limpo),pnpm -r test(46 testes, 100% passando),docker compose config(válido),docker compose ps(8/8 serviços up, 6/8 com healthcheck reportando "healthy" —asterisk-eventsedialer-workernão têm HTTP exposto para healthcheck formal, rodam sem crash e com log de atividade normal),scripts/healthcheck.sh(tudo OK). - Aceite de segurança (seção 92) — todos os 13 itens verificados ao
vivo nesta fase contra o sistema real (não apenas por inspeção de
código): nenhuma senha/.env no git, Postgres só em 127.0.0.1, Redis
sem porta publicada, AMI/ARI bloqueados da LAN por nftables, rate
limit de login testado (7ª tentativa consecutiva → 429), RBAC
testado (usuário
agent→ 403 em/asterisk/status,/trunks,/users), auto-elevação negada, sem SQL injection (Prisma parametrizado em toda parte), sem path traversal (nenhum caminho de arquivo é construído a partir de input do usuário — nem no dialplan gerado, nem no download de CSV, cujoimportIdé validado como UUID antes de compor o header), logs sem credenciais (varredura real nos logs do container,redact.pathsdo pino confirmado). Verdocs/SECURITY.mdpara o detalhamento. - Aceite Asterisk (seção 93) — os 5 comandos executados e
documentados nesta fase em
docs/RELATORIO_FINAL.md:core show version,core show uptime,pjsip show endpoints,pjsip show contacts,queue show(últimos três vazios porque os fixtures de teste foram removidos — comportamento esperado). ComunicaçãoAPI -> AMI -> Asteriskvalidada viaGET /api/asterisk/statusretornandoamiControlConnection: up. - README final completo —
README.mdreescrito nesta fase com arquitetura, requisitos, instalação, primeiro acesso e mapa de toda a documentação emdocs/. - Relatório final da implementação —
docs/RELATORIO_FINAL.md(formato da seção 96), incluindo credenciais de acesso web e do banco de dados a pedido explícito do usuário.
Nota de ambiente: VM atual com 1.9 GiB RAM / 2 vCPU — adequada para dev e simulação, não para carga real de produção. Ver docs/ARCHITECTURE.md seção 1.