Pedido do usuário: "constrói a tela de IVR no frontend". Até aqui um
menu de IVR só existia se alguém escrevesse as regras à mão no editor
genérico de dialplan (o que eu fiz manualmente pra testar na PHASE 56) —
sem UI nenhuma pra isso.
`IvrMenu`/`IvrMenuOption` (RLS real): nome + contexto (derivado do nome)
+ opções (dígito → ramal + rótulo opcional). Nenhuma tabela nova pro
dialplan em si — `IvrMenusController` compila o menu inteiro em
`DialplanExtension`/`DialplanVersion` do contexto do menu
(`buildIvrDialplanExtensions`, packages/telephony) usando as MESMAS 2
formas de `<extension>` já testadas com DTMF real na PHASE 56 (entrada
com `play_and_get_digits` + `transfer` usando o dígito coletado como
novo destination_number, uma extension por dígito) — e já gera + ativa
a versão nova automaticamente, o mesmo generate+activate manual que o
editor de dialplan faz, só que embutido no create/update do menu.
`greeting` (o prompt do menu) é texto livre do tenant, então passa pela
MESMA proteção anti-RCE já aplicada em `data` de dialplan
(`IsSafeDialplanData`) — nunca pode virar `${system(...)}`.
Tela "Telefonia > IVR": lista de menus com as opções de cada um, criação
com nome/contexto (auto-gerado do nome, editável) + linhas dinâmicas de
opção (dígito + select de ramal já cadastrado + rótulo), remoção com
confirmação de 2 cliques. Mostra o contexto/destino fixo (`ivr_entry`)
que uma Rota de Entrada precisa usar pra apontar pro menu.
Testado ponta a ponta criando um menu DE VERDADE pela tela/API (não só
lendo o XML manualmente escrito antes): softphone externo discou um DID
apontado pro menu recém-criado, atendeu, tocou o prompt, colheu o dígito
com DTMF real (`uuid_recv_dtmf`) e bridged com o ramal certo — confirma
que o compilador produz XML funcionalmente idêntico ao testado
manualmente. Falta pipeline de upload/TTS de áudio, sub-menus e destino
"fila" — ver docs/INBOUND_ROUTES.md.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
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# Rotas de entrada (PHASE 56)
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Pedido do usuário: "pode iniciar a montar o IVR e as rotas de entrada". A
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investigação achou que **nenhuma chamada de tronco tinha como funcionar
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hoje**, IVR ou não — esse documento cobre a fundação (rota por DID →
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tenant); o IVR em si (menu com `play_and_get_digits`) é a próxima fase,
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construída em cima disso.
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## O achado real
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Toda chamada originada de um ramal registrado ou de discagem de saída
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carrega o channel variable `b2bcall_tenant_id` (setado por
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`buildDirectoryUserXml`/originate do discador). **Uma chamada de ENTRADA
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por tronco nunca carregava isso** — não existia nenhum mecanismo pra
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identificar de qual tenant uma chamada de entrada é, então
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`resolveDialplanXml` (`apps/freeswitch-config`) sempre devolvia
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"not found" pra ela.
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Pior: mesmo se essa variable existisse, o profile `external` do
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FreeSWITCH (onde troncos recebem chamada) aponta pro contexto `public`
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por padrão — um **arquivo estático** (`dialplan/public.xml`, vanilla).
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Config estática sempre ganha de uma consulta ao `mod_xml_curl`, então
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mesmo trocando a aplicação, esse contexto nunca seria dinâmico enquanto
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se chamasse "public".
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## O mecanismo
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1. **`InboundRoute`** (nova tabela, tenant-scoped, RLS real) — cada linha
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é `didNumber` (o número que o provedor manda no INVITE) → `tenantId` +
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`destinationContext`/`destinationNumber` (pra onde a chamada cai
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dentro do dialplan do TENANT DONO). `didNumber` é `@unique` **global**
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— mesma exceção já aceita em `Tenant.telephonyDomain` (PHASE 50): é a
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ÚNICA forma de descobrir de qual tenant é uma chamada de entrada
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ANTES de saber o tenant.
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2. **Dockerfile**: o profile `external` foi repontado de `context="public"`
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pra `context="inbound"` — um contexto sintético, sem nenhum arquivo
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estático, então toda chamada de entrada cai obrigatoriamente no
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`mod_xml_curl` (`b2bcall-fs-config`, binding já genérico pra qualquer
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contexto do section `dialplan`). `dialplan/public.xml` continua no
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disco, só não é mais alcançado por nenhum profile.
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3. **`apps/freeswitch-config`**: quando `resolveDialplanXml` recebe uma
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requisição SEM `variable_b2bcall_tenant_id` e com `Caller-Context ==
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"inbound"`, lê `Caller-Destination-Number` (o DID discado) e faz
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fan-out sobre os tenants ativos (`withTenantContext` por tenant, nunca
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uma query sem contexto — `InboundRoute` tem `FORCE ROW LEVEL
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SECURITY` de verdade) até achar quem é dono do DID.
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4. **`buildInboundRouteXml`** (`packages/telephony`) gera um XML de
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dialplan mínimo pro contexto `inbound`: `set b2bcall_tenant_id=<id>`,
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`set domain_name=<domínio do tenant>` (achado real testando com
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chamada de verdade — sem isso o `bridge
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data="user/${destination_number}@${domain_name}"` da regra "Discagem
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interna" resolvia pro domínio GLOBAL default, nunca pro do tenant,
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porque a leg de entrada não é um ramal registrado e nada preenche essa
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variable sozinho), e `transfer <destinationNumber> XML
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<destinationContext>`. O `transfer` dispara uma nova consulta de
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dialplan — agora já com `b2bcall_tenant_id` presente — reaproveitando
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100% do dialplan normal do tenant (a mesma regra "Discagem interna" já
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testada pro pickup de grupo, PHASE 53).
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## Testado ponta a ponta com uma chamada real
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Nenhum tronco PSTN real disponível neste laboratório — simulado com dois
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softphones reais (`linphone-cli`) em containers Docker na mesma rede: um
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registrado como ramal normal (`8001@acme.b2bcall.net`), outro discando
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DIRETO pro profile `external` (porta 5080, sem registrar — exatamente
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como um provedor de tronco manda uma chamada) um número (DID) cadastrado
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numa `InboundRoute` apontando pra `8001`. Confirmado via `show channels`:
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a chamada de entrada resolveu o tenant certo, transferiu pro contexto
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`default` do tenant, bridged com o `user/8001@acme.b2bcall.net` (domínio
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correto, não o global) e ficou `ACTIVE` com codec PCMU negociado nos dois
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lados — ramal tocou, atendeu, áudio bidirecional confirmado.
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(Tentativa inicial usando `originate loopback/.../inbound &park()` como
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simulação deu `INCOMPATIBLE_DESTINATION`/488 — isolado como limitação do
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canal `loopback` (sem SDP/codec real negociado), não um bug da resolução:
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confirmado testando a mesma resolução com destino simples
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`answer`+`playback` via loopback (sucesso) e depois com uma chamada SIP
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de verdade ponta a ponta (sucesso completo, áudio incluído).)
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## IVR (PHASE 56, construído em cima da fundação acima)
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`play_and_get_digits` adicionado ao `ALLOWED_DIALPLAN_APPLICATIONS` — só
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coleta dígitos numa variable, nunca executa nada, mesmo risco zero dos
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outros já permitidos. `ALLOWED_CONDITION_FIELDS` ganhou um segundo modo:
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além dos 6 campos fixos, aceita um `${variavel}` simples (regex exige
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identificador puro, sem parênteses — nunca bate com `${funcname(...)}`,
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então o mesmo risco de RCE já fechado pra `data` não se aplica aqui).
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**Achado real construindo o primeiro menu de teste**: FreeSWITCH resolve
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TODAS as `<condition>` de um contexto (decide quais `<extension>`
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batem) ANTES de executar qualquer `<action>` — variables setadas por uma
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action (como o dígito que `play_and_get_digits` guarda) NUNCA afetam o
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casamento de outras `<extension>` no MESMO contexto/mesma passada
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("Uma condição por extension" já era uma simplificação deliberada desta
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implementação, mas mesmo o FreeSWITCH puro com múltiplas `<condition>`
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por extension só re-avalia a PRÓXIMA condição da MESMA extension, não
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outras extensions). Confirmado testando com DTMF de verdade: duas
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extensions separadas (`IVR entrada` fazendo `play_and_get_digits`, `IVR
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opcao 1`/`opcao 2` checando `${ivr_choice}`) NUNCA bateu — o regex era
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avaliado com a variable ainda vazia.
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**A forma que funciona**: dentro da MESMA extension que colheu o dígito,
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um `transfer` explícito usando o valor coletado como novo
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`destination_number` — `transfer data="${ivr_choice} XML
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<mesmo-contexto>"`. `transfer` dispara uma consulta de dialplan
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COMPLETAMENTE NOVA (nova passada de parse, variables já setadas
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persistem), então as extensions seguintes podem casar por
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`destination_number` normal (`^1$`, `^2$`, ...) — nem precisa do
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widening de `${variavel}` pra ISSO especificamente (mas o widening
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continua útil/correto de se ter, por exemplo pra decisões dentro de uma
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única extension com múltiplas conditions no futuro).
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Testado ponta a ponta com DTMF de verdade (`fs_cli uuid_recv_dtmf` —
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`linphonec` não tem comando de enviar DTMF interativo, então a
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verificação usa a API do FreeSWITCH que simula o dígito chegando como
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input do chamador, o mesmo caminho que RFC2833/inband usaria): softphone
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externo liga pro DID → IVR atende, toca prompt, espera dígito →
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dígito `1` → bridge com ramal real registrado (atendeu, áudio PCMU
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bidirecional confirmado); dígito `2` → resposta alternativa (tom
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diferente + desliga) — confirma que a ramificação distingue de verdade,
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não só "sempre cai na primeira opção".
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## Tela de autoria de IVR (PHASE 58)
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`Telefonia > IVR` (`apps/frontend/.../telefonia/ivr`) — cria um `IvrMenu`
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(nome + contexto derivado do nome) com opções (dígito → ramal + rótulo
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opcional), sem precisar tocar no editor genérico de dialplan. Por baixo,
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`IvrMenusController` (`POST/PATCH/DELETE /ivr-menus`) compila o menu +
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opções em `buildIvrDialplanExtensions` (`packages/telephony/src/ivr-xml.ts`)
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e já gera + ativa uma nova versão do dialplan do contexto — o mesmo fluxo
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generate+activate manual, automático. `IVR_ENTRY_DESTINATION`
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("ivr_entry") é o valor fixo que toda `InboundRoute` precisa usar como
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`destinationNumber` pra entrar nesse menu (`destinationContext =
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IvrMenu.context`).
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`greeting` (o prompt tocado ao entrar) passa pela MESMA proteção
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anti-RCE de `data` de dialplan (`IsSafeDialplanData`) — é texto livre do
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tenant, nunca pode virar `${system(...)}`. Sem pipeline de upload/TTS de
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áudio ainda: null usa um tom padrão; texto livre vira o argumento `file`
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de `play_and_get_digits` (aceita qualquer caminho/URL que o FreeSWITCH
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já resolva, incluindo `tone_stream://`).
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Testado ponta a ponta criando um menu de verdade via API (não só
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lendo XML manualmente escrito): softphone externo discou o DID, o menu
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recém-criado atendeu, tocou o prompt, colheu o dígito com DTMF real
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(`uuid_recv_dtmf`), e bridged com o ramal certo — confirmando que o
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compilador produz XML funcionalmente idêntico ao testado manualmente na
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PHASE 56.
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## O que falta
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- Sem pipeline de upload/TTS de prompt de áudio — hoje é texto livre
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(tom padrão ou um caminho/URL que o FreeSWITCH já sabe tocar).
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- Menu de IVR não suporta sub-menus (uma opção levando a OUTRO IVR) nem
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destino "fila" — só ramal, dentro do contexto `default`.
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- Tela de frontend "Rotas de Entrada" cobre só CRUD simples (DID →
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ramal); não tem seletor dedicado de "IVR" como destino ainda (o
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operador digita o contexto/`ivr_entry` manualmente, mostrados na
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própria tela de IVR pra copiar).
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- Perda das proteções de toll-fraud do `public.xml` vanilla (unroll de
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loop de chamada, etc.) — não replicadas no contexto `inbound` novo.
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Aceitável pra esta fase (sem trunks reais ainda), mas revisar antes de
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conectar um provedor PSTN de verdade.
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