nftables bloqueava incondicionalmente SIP (5060/udp) e RTP (10000-20000)
vindos da interface LAN — impedia qualquer softphone real de registrar,
já que o OpenSIPS que ficaria na frente (docs/OPENSIPS.md) não foi
implantado. Liberado para toda a faixa RFC1918 (10.0.0.0/8, 172.16.0.0/12,
192.168.0.0/16), mantendo AMI/ARI bloqueados incondicionalmente. Aplicado
ao vivo no servidor.
Ramais: agora dá para ver e trocar a senha SIP diretamente no formulário
de edição (GET /extensions/:id/password, decifra sob demanda — diferente
da senha de login, a senha SIP é cifrada, não hasheada, porque o próprio
Asterisk precisa dela em texto puro para autenticar; expor sob permissão
extensions.update e auditado é razoável). Evita ter que redefinir toda
vez que o operador esquece a senha configurada num softphone.
O endpoint POST /extensions/:id/reset-password já retornava a senha em
texto puro (mesmo padrão da criação), mas o frontend descartava o
resultado e só mostrava um toast genérico — o usuário nunca via a senha
nova, precisando adivinhar ou reconfigurar de novo. Reaproveita o mesmo
padrão de diálogo 'copie agora' já usado na criação do ramal.
- apps/frontend: Next.js 15 (App Router) + Tailwind v4 + componentes estilo
shadcn/ui sobre Radix UI + TanStack Query. Tema light/dark, logo
processada. Menu completo (secao 52) com gating por permissao real.
Todas as telas do checklist de aceite (secao 90) conectadas a endpoints
reais (nao mockup): login, usuarios, perfis/permissoes, ramais/troncos,
dialplan, filas/agentes, console do agente, campanhas (CPS/CSV/
iniciar/pausar), monitoramento ao vivo (polling, nao WebSocket real),
TME/TMA, busca/export de chamadas, administracao do Asterisk, auditoria
- infrastructure/nginx: reverse proxy colocando frontend+API na mesma
origem (porta 80), antecipado da Fase 9 pois a API nao publica porta
propria
- apps/api: GET /api/monitoring/agents (estado corrente real via
agent_state_events em aberto) e filtro queueId em GET /api/reports/calls
Pendencia registrada: tela de Callbacks nao implementada (schema existe
desde a Fase 6, mas nunca houve controller/service — construir a tela sem
API real seria mockup). Verificacao visual em navegador nao foi possivel
neste ambiente headless; validado via tsc/eslint/next build limpos + curl
reproduzindo as chamadas do navegador (middleware de auth, 24 paginas
protegidas via Nginx, endpoints de dados com cookie de sessao).