- packages/database: DialplanEntry + DialplanVersion (schema/config
gerado, nunca dialplan cru vindo do usuario)
- apps/api/src/dialplan: DialplanService gera extensions a partir de
entradas estruturadas (campos com allowlist estrita de caracteres),
escreve em arquivo compartilhado via volume Docker 'dialplan-generated'
entre api e asterisk, recarrega via AMI ('dialplan reload') e valida
checando 'dialplan show <contexto>' por marcadores de erro. Falha na
validacao dispara rollback automatico para a versao anterior; rollback
manual tambem disponivel para qualquer versao no historico
- infrastructure/asterisk: extensions.conf agora inclui o arquivo gerado
pela aplicacao; entrypoint garante que ele existe (vazio) no primeiro
boot antes da primeira publicacao
- apps/api/src/asterisk-admin: status (AMI + heartbeat), module show, e
diagnostico com ALLOWLIST ESTRITA de comandos exatos (nunca shell
arbitraria) — agente.md secao 22
Testado ponta a ponta contra o Asterisk real: dialplan publicado fica
ativo imediatamente sem restart (confirmado via 'dialplan show'),
comando de diagnostico fora da allowlist rejeitado com 400.
- packages/telephony: cliente AMI proprio sobre TCP puro (sem dependencia
de terceiros pouco mantida) + interface TelephonyProvider +
AsteriskTelephonyProvider (Originate, Hangup, QueuePause/Add/Remove,
QueueStatus, ExtensionState, DeviceState, PJSIPShowEndpoints/Contacts,
Reload, runCommand, stream de eventos). Testado contra o Asterisk real —
o formato de resposta do Command mudou entre versoes do Asterisk
(headers 'Output:' repetidos em vez de 'Response: Follows'/'--END
COMMAND--'), corrigido apos inspecionar os bytes crus do protocolo
- apps/asterisk-events: worker dedicado a manter a conexao AMI viva,
normalizar eventos (Newchannel, DialBegin/End, Hangup, DeviceStateChange,
ContactStatus, eventos de fila/agente), persistir ExtensionState no
Postgres e publicar em Redis pub/sub para consumo em tempo real.
Containerizado, alcanca o Asterisk (host network) via
host.docker.internal a partir da rede bridge. Heartbeat no Redis para
health check
- packages/database: novos modelos Trunk, Extension, ExtensionState
(migration aplicada)
- packages/shared: secret-crypto.ts (AES-256-GCM para credenciais de trunk
e senha SIP em repouso, master key externa ao banco)
Testado ponta a ponta: chamada real originada -> eventos normalizados
recebidos via Redis SUBSCRIBE, heartbeat renovando no TTL correto.
- packages/database: schema Prisma (users/sessions/roles/permissions/
user_roles/role_permissions/audit_logs/password_reset_tokens), migration
inicial e seed (permissoes+perfis+bootstrap super_admin com senha
aleatoria em FIRST_LOGIN.txt). Decisao de ORM (Prisma) documentada em
docs/ARCHITECTURE.md
- packages/shared: catalogo de permissoes (fonte unica usada por seed e API)
- apps/api: NestJS 11 + Fastify
- autenticacao: Argon2id, access JWT + refresh token opaco com rotacao,
cookies HttpOnly/SameSite=Lax, change/forgot/reset password
- rate limiting progressivo de login via Redis (bloqueio crescente por IP)
- RBAC reforcado no backend (PermissionsGuard), protecao contra
auto-elevacao de privilegio
- auditoria (audit_logs) nas acoes sensiveis, com redacao de segredos
- health checks reais (postgres+redis), swagger desabilitavel, logs
estruturados JSON com request_id de correlacao, filtro global de
excecoes sem vazar erro cru
- infrastructure/docker/api.Dockerfile: build multi-stage do monorepo pnpm
- docker-compose.yml: servico api na rede interna, sem porta publicada
Testado via containers reais: login, /me, refresh, change-password,
rate limit (7 tentativas -> 429), RBAC (nega/permite), bloqueio de
auto-elevacao (403), audit log populado, health checks, lint e testes
unitarios passando.