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b2bcall/infrastructure/nftables/b2bcall.nft
B2BCall Bootstrap 6fc7a842bd fix: liberar SIP/RTP da rede privada no firewall + ver/editar senha SIP do ramal
nftables bloqueava incondicionalmente SIP (5060/udp) e RTP (10000-20000)
vindos da interface LAN — impedia qualquer softphone real de registrar,
já que o OpenSIPS que ficaria na frente (docs/OPENSIPS.md) não foi
implantado. Liberado para toda a faixa RFC1918 (10.0.0.0/8, 172.16.0.0/12,
192.168.0.0/16), mantendo AMI/ARI bloqueados incondicionalmente. Aplicado
ao vivo no servidor.

Ramais: agora dá para ver e trocar a senha SIP diretamente no formulário
de edição (GET /extensions/:id/password, decifra sob demanda — diferente
da senha de login, a senha SIP é cifrada, não hasheada, porque o próprio
Asterisk precisa dela em texto puro para autenticar; expor sob permissão
extensions.update e auditado é razoável). Evita ter que redefinir toda
vez que o operador esquece a senha configurada num softphone.
2026-08-27 21:32:15 -03:00

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Plaintext

#!/usr/sbin/nft -f
# Regras de firewall do B2BCall.
#
# IMPORTANTE: este arquivo NUNCA usa "flush ruleset" — o Docker gerencia suas
# próprias tabelas iptables-nft (visíveis como "table ip nat" / "table ip
# filter" com o aviso "managed by iptables-nft, do not touch"). Uma tabela
# separada (`inet b2bcall_fw`) convive com elas sem conflito: cada tabela
# anexada ao hook "input" é avaliada em ordem de prioridade; um veredito de
# "drop" nesta tabela encerra o processamento do pacote antes mesmo de ele
# chegar às regras do Docker, sem jamais apagar as regras do Docker.
#
# SSH (porta 22) é sempre permitido — nunca deve ficar bloqueado.
#
# Instalado/atualizado via systemd unit b2bcall-nftables.service (ver
# infrastructure/nftables/b2bcall-nftables.service), que roda:
# nft delete table inet b2bcall_fw (ignora erro se não existir)
# nft -f este arquivo
# após o docker.service subir.
table inet b2bcall_fw {
chain input_admin_protect {
type filter hook input priority filter - 1; policy accept;
# Loopback sempre liberado
iifname "lo" accept
# Conexões já estabelecidas / relacionadas sempre liberadas
ct state established,related accept
# Redes internas dos bridges Docker (comunicação entre containers e
# entre containers <-> serviços do Asterisk em host network)
ip saddr 172.16.0.0/12 accept
# SSH nunca é bloqueado
tcp dport 22 accept
# SIP/RTP liberados para toda a faixa RFC1918 (rede privada) na
# interface LAN — necessário para softphones/ramais reais de agentes
# registrarem no Asterisk, já que o OpenSIPS (que ficaria na frente,
# ver docs/OPENSIPS.md) não foi implantado nesta fase. Avaliado
# ANTES das regras de drop abaixo: nftables usa a primeira regra
# terminante que casar. Origem fora do RFC1918 (ex.: internet
# pública) continua caindo nas regras de drop — o Asterisk nunca
# deve receber SIP de fora da rede privada (agente.md seção 5).
ip saddr { 10.0.0.0/8, 172.16.0.0/12, 192.168.0.0/16 } iifname "ens18" udp dport 5060 accept
ip saddr { 10.0.0.0/8, 172.16.0.0/12, 192.168.0.0/16 } iifname "ens18" tcp dport { 5060, 5061 } accept
ip saddr { 10.0.0.0/8, 172.16.0.0/12, 192.168.0.0/16 } iifname "ens18" udp dport 10000-20000 accept
# --- Serviços administrativos/telefônicos sensíveis do Asterisk ---
# AMI/ARI nunca devem ser alcançáveis pela LAN (interface ens18),
# mesmo de origem RFC1918 — só a aplicação (containers, via rede
# Docker interna) precisa falar com eles. SIP/RTP de origem fora do
# RFC1918 também caem aqui (bloqueados, ver acima).
iifname "ens18" tcp dport { 5038, 8088, 8089 } counter drop
iifname "ens18" tcp dport { 5060, 5061 } counter drop
iifname "ens18" udp dport 5060 counter drop
iifname "ens18" udp dport 10000-20000 counter drop
}
}