Fase 0 — descoberta e arquitetura:
- Inventário do projeto, glossário de domínio, arquitetura com bounded
contexts e topologia de containers, threat model inicial.
- 12 ADRs cobrindo modular monolith, topologia de containers (Postgres
isolado + eden-core/parceiros/assinante em containers e portas
distintos), auth/sessões, modelo de permissões, criptografia/segredos,
contrato first-class, stock ledger, separação billing/finance/fiscal,
outbox transacional, adapters SaperX e Focus NFe, e identidade
compartilhada entre as 3 apps.
- 14 subagentes e 7 skills especializados por domínio em .claude/.
- Hooks de segurança (PreToolUse/PostToolUse/Stop) testados via pipe.
Fase 1 — plataforma (em andamento):
- Monorepo pnpm workspaces + Turborepo: apps/{api,worker,core-web,
reseller-web,subscriber-web} + 9 packages compartilhados.
- apps/api: NestJS mínimo com /health/live e /health/ready (checando
Postgres real via @eden/database).
- 3 frontends Vite + React + TypeScript + Tailwind, com o favicon
oficial do EDEN.
- packages/database: migration baseline (node-pg-migrate) criando
roles/role_permissions/applications/users/user_applications/sessions/
audit_log — audit log append-only com hash-chain, testado ao vivo
(UPDATE/DELETE bloqueados pelo trigger).
- compose.yaml implementando a topologia da ADR-0002, validada de ponta
a ponta: os 6 containers sobem e ficam saudáveis com um único
`docker compose up`.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
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# ADR-0003: Autenticação e gestão de sessão
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## Status
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Aceito
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## Contexto
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O legado usa JWT HS256 com payload mínimo (`sub`, `ver`), expiração fixa de 30 dias, sem refresh token, invalidação via `token_version` incremental (derruba todas as sessões de uma vez, nunca uma só). O Master Prompt (§5.3) pede explicitamente uma evolução: access token curto + refresh token rotativo (ou sessão server-side segura), refresh tokens armazenados em hash, histórico de sessões/dispositivos, "encerrar todas as sessões", MFA/TOTP preparado.
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## Decisão
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- **Access token**: JWT de vida curta (15 min), payload mínimo (`sub`, sessão id), assinado (algoritmo a confirmar em ADR de criptografia geral — HS256 mantém paridade com o legado, RS256 fica em aberto se houver necessidade de verificação por serviço externo).
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- **Refresh token**: opaco, alta entropia (≥256 bits), **rotativo a cada uso** (um novo é emitido e o antigo invalidado), armazenado só como hash no banco (nunca em claro) — mesma filosofia do token de link público do legado.
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- **Tabela `sessions`** (não só um contador `token_version`): permite listar sessões/dispositivos ativos e revogar individualmente **ou** todas de uma vez (superset da capacidade do legado, que só permitia "todas").
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- **Vínculo por aplicação**: uma sessão registra explicitamente para qual aplicação (`core`/`reseller`/`subscriber`) foi emitida — nunca inferir pelo papel do usuário (Master Prompt §5.1).
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- **MFA/TOTP**: schema preparado desde a Fase 1 (tabela de fator, secret cifrado), ativação opcional para todos, indicada como obrigatória por política para `super_admin`/`admin` assim que a UI existir.
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- Senha: Argon2id (ADR-0005 detalha parâmetros/versionamento), não bcrypt.
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## Consequências
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- Positivo: revogação granular por sessão/dispositivo, alinhado ao pedido explícito do Master Prompt.
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- Positivo: access token de vida curta reduz janela de uso de token vazado sem exigir consulta ao banco a cada request (mesma vantagem de performance que o legado tinha com JWT, mas com menor exposição).
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- Negativo: mais complexidade que o modelo legado (rotação de refresh token exige lógica de "replay detection" — se um refresh token já usado for reapresentado, é sinal de token roubado; a sessão inteira deve ser revogada nesse caso).
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- Migração: nenhuma — é um sistema novo, não há sessões legadas para migrar.
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