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| 738bfa4f36 |
feat(rotas-entrada): dropdown de destino real (ramal/IVR/fila/grupo)
Pedido do usuário: "em vez de o campo de destino ser aberto tem que ter um dropdown listando todos os ramais do tennant e tb todas ivr e filas e grupos de ramais do tennant" — até aqui o destino era texto livre. Construir o dropdown revelou que fila e grupo NUNCA tinham sido implementados de verdade como destino possível — só ramal/IVR funcionavam. Oferecer as duas opções sem o mecanismo por trás seria mostrar um dropdown mentiroso, então: InboundRoute.destinationType (novo enum EXTENSION/IVR/QUEUE/CALL_GROUP) decide como buildInboundRouteXml interpreta o destino: - EXTENSION/IVR: inalterado, o mesmo transfer já testado (PHASE 56/58). - QUEUE: destinationNumber guarda o Queue.id; a resolução de entrada emite `answer` + `callcenter data="<queueId>@<domain>"` direto, sem tocar no dialplan "default". `callcenter` entrou no allowlist de applications com o mesmo risco zero de `pickup`. - CALL_GROUP: destinationNumber guarda o Extension.callGroup; a resolução consulta AGORA (nunca um snapshot salvo) todos os ramais com esse callGroup e emite um `bridge` multi-leg — toca todos ao mesmo tempo, quem atender primeiro cancela os outros. Trocar quem está no grupo depois de criar a rota já vale na próxima chamada. Testado ponta a ponta com chamadas reais nos 2 mecanismos novos: fila — softphone externo discou o DID, show channels confirmou a chamada dentro da application callcenter com o nome certo da fila; grupo — 2 ramais reais no mesmo callGroup, a chamada tocou nos DOIS ao mesmo tempo (mesmo call_uuid, ambas RINGING), atender em um cancelou o outro automaticamente — ring group de verdade. Tela: "Tipo de destino" + um segundo dropdown com as opções reais do tenant pra cada tipo (ramais, menus de IVR, filas, ou os valores distintos de callGroup já usados em algum ramal). Testado com Playwright: os 4 tipos aparecem, e trocar o tipo atualiza as opções do segundo dropdown corretamente. Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8 |
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| 1b05d93c48 |
feat(agents): widget de status na topbar (entrar/pausar/retomar/sair)
Achado real reportado pelo usuário: "não achei como deixar o agente
online, tem algum perfil ou tipo de usuario especifico?" — não era
permissão nenhuma. POST /agents/me/login|pause|resume|logout sempre
funcionaram sem exigir permissão (só JwtAuthGuard, resolvem "meu
agente" pelo userId do próprio token). O problema: nenhuma tela chamava
esses endpoints — só existia o CRUD admin de Agentes (criar o vínculo
usuário+ramal), nunca um controle pro próprio usuário logado.
Adicionado GET /agents/me (404 = usuário sem Agent neste tenant, não um
erro — é assim que o widget decide se aparece) e GET /agents/me/pause-
reasons (motivos de pausa sem exigir agents.view, que listaria TODOS os
agentes do tenant — permissão que o role "agent" nunca teve e não devia
ganhar só pra isso).
AgentStatusWidget na topbar (visível em qualquer página do app do
tenant) só aparece pra quem tem Agent vinculado: Offline -> Entrar ->
Disponível -> Pausar (escolhe motivo) -> Em pausa -> Retomar/Sair.
Achado real construindo o widget: as Server Actions de login/logout/
pause/resume exportadas como arrow function que só repassavam
argumentos quebravam em runtime ("Server Actions must be async
functions") — o mesmo bug já documentado antes nesta sessão (wizard de
campanhas). Corrigido declarando como async function de verdade.
Testado ponta a ponta com Playwright, logado como um agente de teste
real (usuário novo, role "agent", Agent vinculado a um ramal real): o
fluxo completo (entrar/pausar/retomar/sair) funciona pela tela, sem
nenhuma chamada de API manual.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
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| 5bbe9e6800 |
feat(ivr): persiste posição dos nós do editor visual entre recargas
Pedido do usuário: "faz a posição dos nós persistir entre recargas" — o editor visual da PHASE 60 recalculava o layout do zero a cada carga da página, perdendo qualquer arrasto manual assim que a tela recarregava. `IvrMenu.entryPositionX/Y` + `IvrMenuOption.positionX/Y` (nullable, puramente de apresentação — nunca entram no dialplan compilado, só no layout do canvas). Salvos no banco, nunca localStorage: mesma convenção do resto do app, estado compartilhado entre quem quer que edite o tenant, não por navegador/dispositivo. "Salvar alterações" agora lê a posição de verdade do estado de nós do @xyflow/react (reflete arrastos feitos na sessão), não do estado de conteúdo das opções — os dois tinham ficado dessincronizados desde a PHASE 60. Sem posição salva ainda (menu novo, opção recém-adicionada), continua caindo num layout automático em coluna. Testado ponta a ponta: PATCH com coordenadas específicas (incluindo o nó "Entrada"), GET de volta confirma os mesmos valores, e a página carregada de novo com uma sessão real (cookie de login, não só a API crua) já embute essas coordenadas nos props iniciais do componente. Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8 |
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| 0148b926a0 |
feat(ivr): editor visual do menu (canvas de nós, sem Node-RED)
Pedido do usuário: "ajusta o IVR para fazer o fluxo de maneira visual usando nodeRED". Perguntei antes de construir: integrar Node-RED de verdade significa rodar uma plataforma externa completa (motor de execução próprio, nós "function" = execução de código arbitrário — o mesmo tipo de risco corrigido no dialplan nesta sessão — e sem multi-tenancy nativa), um projeto de vários dias com decisões de arquitetura antes de começar a construir. O usuário escolheu a alternativa: um editor visual próprio, sem dependência externa. `@xyflow/react` (sucessor mantido do reactflow) — canvas de nós/setas dentro da própria tela "Telefonia > IVR": 1 nó "Entrada" fixo conectado a 1 nó por opção (dígito + select de ramal + descrição, editável direto no nó, arrastável pro canvas). "Adicionar opção"/"Salvar alterações" chamam o mesmo PATCH /ivr-menus/:id que já existia — nenhuma mudança de backend necessária, só uma forma nova de editar o mesmo dado (o modelo IvrMenu/IvrMenuOption continua sendo a fonte da verdade). Testado ponta a ponta pela tela de verdade, não só leitura de código: criado um menu real, enviado um prompt de VOZ real (WAV sintetizado com espeak-ng dizendo uma saudação de verdade, não um tom sintético como nos testes anteriores desta fase) e completada uma chamada real — a saudação de ~6s tocou até o fim, o dígito foi capturado, o ramal certo atendeu com áudio de verdade. Depois, uma segunda opção foi adicionada via PATCH (a mesma chamada que o botão "Salvar" do editor visual faz) — confirmado no banco que a versão 2 do dialplan compilou as duas opções corretamente, superando a versão 1. Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8 |
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| 486c39803a |
feat(ivr): upload de áudio pro prompt do IVR
Pedido do usuário: "adiciona upload de áudio pro prompt do IVR" — até aqui o prompt era só texto livre (na prática, sempre um tom padrão, nunca voz de verdade). `POST /ivr-menus/:id/prompt` (multipart via @fastify/multipart — primeiro upload de arquivo binário desta API) só aceita WAV (cabeçalho RIFF/WAVE validado antes de gravar; esta implantação do FreeSWITCH não tem mod_shout, então MP3 nunca funcionaria de qualquer forma). Gravado num bind mount NOVO (./data/ivr-prompts no host ↔ /ivr-prompts no container freeswitch) — mesma convenção já usada 3x neste projeto pra arquivo que o FreeSWITCH precisa enxergar de verdade (gateways externos, filas do callcenter, spool de gravação), mas na direção contrária: apps/api (host) escreve o que o usuário sobe, o FreeSWITCH lê ao vivo durante play_and_get_digits. Um fetch em rede (S3/HTTP) durante uma chamada ativa foi descartado de propósito — latência/confiabilidade desnecessárias pra um prompt de poucos segundos. GET /ivr-menus/:id/prompt (autenticado) serve o preview — mesmo princípio do player de gravações, nunca uma URL direta pro storage. Achado real corrigido antes de commitar: minha primeira versão do delete de menu deixava o .wav órfão no disco — agora deletar o menu ou trocar/remover o prompt sempre limpa o arquivo, confirmado com um teste real de upload+delete. Tela "Telefonia > IVR" ganhou upload/troca/remoção de áudio por menu + player de preview. Testado ponta a ponta com um WAV real de 44.1kHz/mono (não o formato "nativo" de telefonia, de propósito, pra confirmar que funciona com o que uma pessoa qualquer gravaria): softphone externo discou o DID, play_and_get_digits abriu e tocou o arquivo até o fim duas vezes (mod_sndfile resample automático, sem erro no log), colheu o dígito real e bridged corretamente com o ramal de destino. Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8 |
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| 36e85c1abf |
feat(ivr): tela de autoria de menu de IVR no frontend
Pedido do usuário: "constrói a tela de IVR no frontend". Até aqui um
menu de IVR só existia se alguém escrevesse as regras à mão no editor
genérico de dialplan (o que eu fiz manualmente pra testar na PHASE 56) —
sem UI nenhuma pra isso.
`IvrMenu`/`IvrMenuOption` (RLS real): nome + contexto (derivado do nome)
+ opções (dígito → ramal + rótulo opcional). Nenhuma tabela nova pro
dialplan em si — `IvrMenusController` compila o menu inteiro em
`DialplanExtension`/`DialplanVersion` do contexto do menu
(`buildIvrDialplanExtensions`, packages/telephony) usando as MESMAS 2
formas de `<extension>` já testadas com DTMF real na PHASE 56 (entrada
com `play_and_get_digits` + `transfer` usando o dígito coletado como
novo destination_number, uma extension por dígito) — e já gera + ativa
a versão nova automaticamente, o mesmo generate+activate manual que o
editor de dialplan faz, só que embutido no create/update do menu.
`greeting` (o prompt do menu) é texto livre do tenant, então passa pela
MESMA proteção anti-RCE já aplicada em `data` de dialplan
(`IsSafeDialplanData`) — nunca pode virar `${system(...)}`.
Tela "Telefonia > IVR": lista de menus com as opções de cada um, criação
com nome/contexto (auto-gerado do nome, editável) + linhas dinâmicas de
opção (dígito + select de ramal já cadastrado + rótulo), remoção com
confirmação de 2 cliques. Mostra o contexto/destino fixo (`ivr_entry`)
que uma Rota de Entrada precisa usar pra apontar pro menu.
Testado ponta a ponta criando um menu DE VERDADE pela tela/API (não só
lendo o XML manualmente escrito antes): softphone externo discou um DID
apontado pro menu recém-criado, atendeu, tocou o prompt, colheu o dígito
com DTMF real (`uuid_recv_dtmf`) e bridged com o ramal certo — confirma
que o compilador produz XML funcionalmente idêntico ao testado
manualmente. Falta pipeline de upload/TTS de áudio, sub-menus e destino
"fila" — ver docs/INBOUND_ROUTES.md.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
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| 83eb2c5aea |
fix(telefonia): tenant novo nasce sem conseguir discar entre ramais
Achado real reportado pelo usuário: "a ligacao entre ramais nao esta funcionando". Não era regressão de nada desta sessão — o tenant onde o usuário registrou os próprios ramais de teste tinha ZERO regras de dialplan e ZERO versão ativa. Nenhum tenant nascia com a regra de "discagem interna": só existia nos tenants onde eu mesmo configurei manualmente durante testes anteriores (Acme). Todo tenant novo nascia incapaz de ligar entre os próprios ramais até alguém configurar isso à mão em Telefonia > Dialplan — um gap real de produto. `DEFAULT_DIALPLAN_EXTENSIONS` (novo, packages/telephony) tem as mesmas 2 regras já testadas ponta a ponta com chamada real (PHASE 53): discagem interna com pickup de grupo + `*8`. `TenantsController.create()` agora semeia essas regras e já ativa a versão 1 do contexto default, na mesma transação de criação do tenant. Reparo pontual aplicado no tenant existente do usuário (mesmas 2 regras, via SQL direto — não existe endpoint de "reparar tenant já criado"). Testado com uma chamada real: originate de um ramal pro outro tocou de verdade no aparelho do usuário (RINGING -> NO_ANSWER, não mais dialplan not found). Auto-seed testado criando um tenant novo de verdade via POST /tenants — confirmado no banco que a versão 1 já nasce ACTIVE. Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8 |
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| 7763afacc0 |
feat(dialplan): IVR — play_and_get_digits + branching por dígito, testado com DTMF real
Continuação de "montar o IVR e as rotas de entrada": com a fundação de
roteamento por DID já funcionando, faltava o menu em si.
`play_and_get_digits` adicionado ao allowlist de applications (só coleta
dígitos numa variable, nunca executa nada — mesmo risco zero dos outros
já permitidos). `ALLOWED_CONDITION_FIELDS` ganhou um segundo modo:
`${variavel}` simples além dos 6 campos fixos, com a mesma garantia
anti-RCE de `data` (o regex exige identificador puro, sem parênteses,
então nunca vira `${funcname(...)}`).
Achado real construindo o primeiro menu de teste: FreeSWITCH resolve
TODAS as condições de um contexto antes de executar qualquer ação — uma
variable setada por `play_and_get_digits` nunca afeta o casamento de
OUTRA extension na mesma passada. Descoberto porque o primeiro desenho
(2 extensions separadas, uma coletando o dígito, outra checando
`${ivr_choice}`) nunca bateu num teste real com DTMF — o regex era
avaliado com a variable ainda vazia. A forma que funciona: um `transfer`
explícito, na MESMA extension, usando o dígito coletado como novo
destination_number — isso dispara uma consulta de dialplan nova (as
variables já setadas persistem), e as extensions seguintes casam por
destination_number normal.
Testado ponta a ponta com DTMF de verdade: como linphonec não tem um
comando de enviar DTMF interativo, usei `fs_cli uuid_recv_dtmf` (API do
FreeSWITCH que simula o dígito chegando como input do chamador, mesmo
caminho que RFC2833 usaria). Softphone externo ligou pro DID, o IVR
atendeu, tocou o prompt, esperou o dígito: "1" bridged com um ramal real
(atendeu, áudio PCMU bidirecional confirmado); "2" foi pra uma resposta
alternativa (tom diferente) — confirma que a ramificação distingue de
verdade, não só cai sempre na primeira opção.
Detalhes completos em docs/INBOUND_ROUTES.md. Falta só a UI dedicada de
autoria de menu (hoje construído à mão no editor genérico de dialplan) —
backend já suporta tudo que ela precisaria gerar.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
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| ed4ae4421e |
feat(telefonia): rotas de entrada por DID — fundação real pro IVR
Pedido do usuário: "pode iniciar a montar o IVR e as rotas de entrada". Investigando antes de escrever qualquer XML de IVR, achei que NENHUMA chamada de entrada por tronco tinha como funcionar hoje, IVR ou não: nenhuma carregava `b2bcall_tenant_id` (só REGISTER de ramal e discagem de saída setam essa variable), e mesmo corrigindo isso, o profile "external" apontava pro contexto "public" vanilla — um arquivo ESTÁTICO, que sempre ganha de uma consulta ao mod_xml_curl, então nunca seria dinâmico enquanto se chamasse "public". Perguntei ao usuário a granularidade certa (por DID ou por tronco) antes de desenhar o schema — escolheu por DID, mais flexível (um tronco pode carregar vários números com destinos diferentes). `InboundRoute` nova (RLS real, FORCE ROW LEVEL SECURITY): `didNumber` único GLOBAL entre tenants (mesma exceção já aceita em Tenant.telephonyDomain) — é a ÚNICA forma de descobrir de qual tenant é uma chamada de entrada ANTES de identificar o tenant. Resolvido por fan-out sobre tenants ativos, nunca uma query sem contexto de RLS. Dockerfile repontou o profile external pra context="inbound" (sem arquivo estático, cai no mod_xml_curl de verdade). O XML gerado pra esse contexto injeta b2bcall_tenant_id + domain_name (achado real: sem setar domain_name explicitamente, o bridge da "Discagem interna" resolvia pro domínio GLOBAL default, nunca pro do tenant) e transfere pro dialplan real do tenant — reaproveita 100% do que já existe, inclusive pickup de grupo (PHASE 53). CRUD completo (InboundRoutesController, permissions novas no seed) + tela "Telefonia > Rotas de Entrada" no frontend. Testado com uma chamada REAL: um softphone registrado como ramal normal, outro discando direto pro profile external (porta 5080, sem registrar — exatamente como um provedor de tronco manda) um DID cadastrado. `show channels` confirma: tenant certo, contexto certo, domínio certo no bridge, codec PCMU negociado nos dois lados, ramal tocou e atendeu de verdade. Detalhes completos, inclusive uma tentativa de teste que falhou por limitação do canal `loopback` (não um bug), em docs/INBOUND_ROUTES.md. O IVR em si (menu com play_and_get_digits) fica pra próxima fase — esta é a fundação sem a qual nada de chamada de entrada funcionava. Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8 |
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| af46739af2 |
fix(telefonia): pickup de grupo funcionando de verdade + RCE no dialplan + domínio real no REGISTER
Pedido explícito do usuário: "testa criando um ramal com callgroup e captura
chamada de outro ramal". O teste com softphones reais (não só leitura de
código) achou 3 problemas que a fase anterior tinha dado como resolvidos:
1. A variable de call group estava com o nome errado (`call-group`, convenção
do Asterisk) e a suposição de que o FreeSWITCH fazia pickup automático só
com ela era falsa. Corrigido pro nome certo (`callgroup`) e pro mecanismo
real (fork de leg `pickup/<grupo>` no bridge + extension `*8` chamando a
application `pickup`, lendo o grupo via `${user_data(...)}`).
2. Implementando o mecanismo acima, achada uma vulnerabilidade real de RCE: o
allowlist de `application` no dialplan nunca bloqueava `${system(...)}`
embutido dentro do `data` de qualquer application já permitida —
`mod_commands` está carregado, então isso era execução de comando
arbitrário no host do FreeSWITCH pra qualquer Tenant Admin. Corrigido com
um segundo allowlist (`ALLOWED_INLINE_API_FUNCTIONS` +
`IsSafeDialplanData`) que só libera funções de leitura seguras
(`user_data`, `escape`, `url_encode`, `url_decode`, `regex`, `strftime`).
3. Registrar um softphone de verdade contra o domínio do tenant (não só curl
no mod_xml_curl) revelava 403 Forbidden: o sofia profile `internal` tinha
`force-register-domain`/`force-subscription-domain`/
`force-register-db-domain` fixados no domínio antigo, ignorando o domínio
de cada tenant. Corrigido no Dockerfile do FreeSWITCH (imagem
reconstruída, não só patch ao vivo).
Testado ponta a ponta com 3 softphones reais (linphone-cli) em containers na
mesma rede Docker: ramal do mesmo grupo captura de verdade uma ligação
tocando em outro ramal via *8 (canais confirmados bridged via `show
channels`); ramal de grupo diferente tenta e falha. RCE confirmado bloqueado
via curl (`${system(id)}` → 400) sem quebrar `${user_data(...)}` legítimo.
TODO.md (PHASE 53) e docs/EXTENSIONS.md atualizados corrigindo as afirmações
incompletas da fase anterior ("nenhuma mudança de infra necessária").
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
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| 56f73bdb8f |
fix: domínio SIP único por tenant + grupo de captura + revelar senha do ramal
Achado real, detalhado pelo usuário testando o PABX de verdade: TenantsController
.create() gravava telephonyDomain="b2bcall.local" fixo pra TODO tenant novo —
b2bcall-fs-config decide qual tenant é dono de um REGISTER só pelo domínio
(Tenant.findFirst({telephonyDomain})), então com todo tenant no mesmo domínio o
isolamento de PABX (ramais, call groups, filas, IVR) não tinha como funcionar de
verdade. Investigado direto no container antes de mudar qualquer coisa: o sofia
profile "internal" (vanilla) já vem com <domain name="all" alias="true".../> — o
FreeSWITCH sempre aceitou domínio dinâmico por REGISTER, o bug era só a aplicação.
Nenhuma mudança de infra foi necessária.
Tenant.telephonyDomain agora é obrigatório e @unique (migration com backfill:
tenants existentes ganharam {code}.b2bcall.net, e os Extension.domain já criados
foram atualizados junto). Tela de criação de tenant sugere {code}.b2bcall.net ao
digitar o código, editável.
Extension.callGroup (novo) — ramais no mesmo grupo podem capturar a chamada um do
outro (*8), fora do grupo não. Vira a variable call-group no directory XML; a regra
de dialplan do *8 em si fica pra configurar em Telefonia > Dialplan (editor já
existe). Editável na criação e depois (PATCH /extensions/:id, novo).
POST /extensions/:id/reveal-password (novo) — achado real: "show once" puro não
funciona no dia a dia (reconfigurar um telefone/softphone precisa da senha de novo;
forçar reset toda vez derruba outro aparelho já configurado). sipPasswordEnc sempre
foi criptografia reversível, nunca hash — só não estava exposto. Auditado
(EXTENSION_PASSWORD_REVEALED) por ser sensível mesmo sem escrita.
apps/freeswitch-config reconstruído e reiniciado. Testado ponta a ponta contra o
container REAL via docker exec: senha revelada bate com a gerada na criação,
call-group aparece no XML, e o mesmo número de ramal em domínios diferentes nunca
se confunde (isolamento cross-tenant confirmado de verdade).
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01BFaBaBSQGhyXGEgtTYZGV8
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| b27cfaab02 |
feat(billing): rating engine, fechamento de periodo, dashboard platform (fase 22)
Fecha a orquestracao de Billing (agente.md secao 120-139) sobre o schema/ RatingEngine puro ja existentes: escritores do ledger UsageEvent (CALL_SECONDS no CDR, ACTIVE_DAY via sweep diario), closeBillingPeriod/ reopenBillingPeriod (fechamento imutavel com audit trail), e os controllers de price books/rate decks/plan versions/subscriptions/ periods/statements. Corrige 2 bugs reais de RLS achados no teste ponta a ponta (reopen sem tenant context, subscriptions sem withTenantContext) e adiciona teste unitario do RatingEngine (17 casos). Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01EWHKmcVJtstQFErbZ1AanY |
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| d4e2513764 |
feat(ai): scorecards de QA, avaliacao automatica, dashboard (fase 21)
CRUD de QualityScorecard/Item (criterios por tenant, sem lista fixa hardcoded), novo AIJobType.SCORECARD_EVALUATION encadeado junto com ANALYSIS a partir da transcricao (mesma decisao de privacidade + exige scorecard habilitado). apps/ai-worker avalia contra todos os scorecards habilitados do tenant, prompt montado dinamicamente a partir dos itens de cada um, nunca guarda chain-of-thought do modelo (so' o resultado final validado). GET /reports/ai-dashboard agrega CallAIAnalysis+QualityEvaluation do periodo (score medio, sentimento, assuntos/objecoes, compliance alerts, ranking de agentes). Testado ponta a ponta contra o ai-worker real e Postgres real com RLS (scorecard real via API, prompt montado a partir dos itens reais, job real reservado via SKIP LOCKED, retry+dead-letter corretos) — chamada de rede real contra OpenAI/Anthropic continua nunca exercitada. Detalhes em docs/QUALITY_SCORECARDS.md. Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01X1HxY46WGU4G1zmVDNKcWw |
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| 91c0448dd4 |
feat(ai): pipeline assincrono — transcricao, analise, prompts (fase 20)
Sub-fase B do modulo de IA: novo servico apps/ai-worker (poll + FOR UPDATE SKIP LOCKED) processa AIJob de TRANSCRIPTION/ANALYSIS disparados automaticamente apos uma gravacao ficar disponivel, respeitando a cascata de privacidade Tenant>Queue>Campaign e o entitlement do Plan. Transcricao separa o WAV estereo em 2 canais (parser proprio, sem ffmpeg) e transcreve cada perna independente; analise sempre redige dados sensiveis antes de sair pro provider e valida o resultado contra o schema antes de persistir. CRUD de AIPromptTemplate/AIPromptVersion em apps/api. Testado ponta a ponta contra o worker real em Docker e Postgres real com RLS (cascata de privacidade em 3 cenarios, WAV sintetico real no object storage, claim/retry/dead-letter reais) — chamada de rede contra OpenAI/Anthropic continua nunca exercitada (mesma restricao de rede desde o Provider Layer). Detalhes em docs/AI_PIPELINE.md. Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01X1HxY46WGU4G1zmVDNKcWw |
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| 7597b35454 |
feat(ai): provider layer — abstracao, OpenAI/Anthropic, global+BYOK
Fecha agente.md secao 95-103. Primeira peca do modulo de IA — a
abstracao de provider, os adapters OpenAI/Anthropic, capabilities, e o
cadastro de providers/modelos (global + BYOK). O pipeline que aciona
isso depois de uma chamada terminar (transcricao, analise, jobs
assincronos, prompts, scorecards, usage metering — secao 104-124) fica
pra proxima fase.
## Schema completo do modulo de IA numa unica migration
Todas as tabelas das secoes 95-124 de uma vez (ai_providers/ai_models/
ai_prompt_templates+versions/ai_jobs/call_transcriptions+segments/
call_ai_analyses/quality_scorecards+items+evaluations/ai_usage_records) —
mais barato revisar o desenho relacional inteiro numa unica passada do
que fatiar em migrations pequenas que se emendam. O codigo que usa essas
tabelas vem em fases separadas, so' Provider/Model nesta.
## packages/ai
Interface AIProvider (secao 96: nunca hardcoda OpenAI no dominio).
OpenAIProvider/AnthropicProvider (secao 97-98, nomenclatura "OpenAI API"/
"Anthropic API", nunca "ChatGPT") via fetch nativo direto contra cada API
— sem SDK oficial, request/response inteiramente visivel no proprio
codigo (relevante ja' que manda dado de cliente pra fora, secao 122-123).
transcribe so' na OpenAI (Anthropic nao tem endpoint de audio, secao 102:
"nem todo provider tem todas as capacidades"); analyze/structuredGenerate
via Structured Outputs na OpenAI e "tool use" forcado na Anthropic.
SensitiveDataRedactor (secao 123): CPF/CNPJ/telefone/email/cartao.
**Nunca exercitados contra rede real** — esta sessao so' tem autorizacao
de rede pro servidor git (restricao definida desde o primeiro pedido do
usuario). Mesmo padrao de honestidade ja' usado pro S3ObjectStorageProvider
e o caminho PSTN real.
## ai_providers/ai_models — global vs. BYOK
scope=GLOBAL (platform admin, tenant_id null) visivel de qualquer tenant;
scope=TENANT (BYOK) so' do dono. RLS hibrida (tenant_id = current OR
tenant_id IS NULL, mesma tecnica de tenant_memberships no login); quem
pode ESCREVER num GLOBAL e' decidido na camada de servico
(isPlatformUser), nao pela RLS. Key nunca reexposta (so' apiKeyPreview).
## Dois bugs reais achados testando esta fase
- Delete de provider fazia hard delete, bloqueado por FK quando um
AIModel (mesmo soft-deleted) ainda referenciava — inconsistente com o
resto do sistema (tudo soft delete). Corrigido; GET /ai/providers
tambem nao filtrava desabilitados, corrigido junto.
- SensitiveDataRedactor: \b antes de \(? opcional falha quando o char
anterior tambem nao e' de palavra (espaco + "("), vazando um parenteses
solto (nenhum dado sensivel de verdade vazava). Corrigido com (?<!\w).
Verificado ponta a ponta com 2 tenants + platform admin: GLOBAL so'
platform admin cria/apaga, BYOK isolado por RLS (tenant B nunca ve' BYOK
do tenant A, 404 em id direto), modelo de provider GLOBAL visivel dos
dois tenants, redactor com 5 tipos de dado sensivel todos corretos.
typecheck do workspace inteiro limpo.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01X1HxY46WGU4G1zmVDNKcWw
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| c24a86776c |
feat(recording): gravacao de chamadas + object storage abstraction
Fecha agente.md secao 90-94. A especificacao lista "Recording" e "Object
Storage" como dois passos separados na ordem de implementacao (secao
232), mas ficaram numa unica fase — sao acoplados o suficiente (Recording
precisa de um lugar pra guardar bytes) pra fazer sentido construir juntos.
## packages/storage — ObjectStorageProvider (secao 92)
Abstracao pequena: putObject/getObjectStream/deleteObject. Dois backends:
LocalObjectStorageProvider (filesystem, com checagem de path traversal
mesmo a key sendo sempre montada no servidor) e S3ObjectStorageProvider
(@aws-sdk/client-s3, preparado pra AWS S3 e MinIO via endpoint/
forcePathStyle customizaveis — nunca exercitado nesta sessao, sem
servidor S3 disponivel neste laboratorio). Escolhido por STORAGE_PROVIDER
env.
buildRecordingObjectKey (secao 93):
tenants/{tenant_id}/recordings/YYYY/MM/DD/{call_id}.wav, sempre montada
no servidor a partir de dados confiaveis.
## Bind mounts, nao volumes nomeados
/recordings e /data/object-storage usam bind mount pra um diretorio real
do host — apps/api roda no host, nao em Docker, e precisa enxergar os
mesmos arquivos que fs-events escreve. LOCAL_STORAGE_ROOT tem valores
diferentes por ambiente (mesmo padrao ja usado pra REDIS_URL).
## Quem grava: apps/predictive-dialer
So' chamadas originadas pelo discador com Campaign.recordingEnabled sao
gravadas nesta fase (unico caminho de originate que o sistema controla
hoje). RECORD_STEREO=true + execute_on_answer='record_session ...'
adicionados ao originate; origination_uuid pre-gerado (em vez de deixar o
provider sortear) porque o path de gravacao precisa dele antes do
comando de originate ser montado — o mesmo uuid vira Call.id no CDR.
## Quem sobe: apps/freeswitch-events/src/recording.ts
Em CALL_ENDED, encadeado depois do persistCallEvent terminar (nao em
paralelo) — uploadRecordingIfPresent le Call.talkTime/durationSeconds,
que e' exatamente o que persistCallEvent acabou de calcular no mesmo
evento (mesma classe de corrida ja corrigida uma vez na fase CDR, aqui
evitada por ordenacao). Sobe pro storage, cria Recording (retentionUntil
a partir de Plan.recordingRetentionDays), apaga o spool local.
## API + retencao
GET /recordings, GET /recordings/:id, GET /recordings/:id/audio (stream
autenticado, nunca URL direta pro storage). runRetentionSweep (secao 94)
no boot do apps/api + a cada hora — apaga o objeto, marca status=DELETED
(linha nunca apagada, fica como auditoria).
## Bug real achado testando esta fase
Recording.sizeBytes (BigInt) quebrava GET /recordings com 500 — Fastify
nao serializa BigInt nativamente (mesma classe de bug ja corrigida uma
vez no logger, fase Event Socket). Corrigido convertendo pra number na
resposta.
Verificado ponta a ponta: gravacao real criada (RIFF WAVE, PCM 16-bit,
ESTEREO 8000Hz — RECORD_STEREO confirmado), upload com path exato da
secao 93, download via API com md5 identico ao objeto original, varredura
de retencao apagando objeto + status DELETED + list/download bloqueados
depois. typecheck do workspace inteiro limpo.
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feat(cdr): call detail records, relatorios e disposicoes
Fecha agente.md secao 152-160. Registro duravel de chamadas — ate aqui o estado de uma chamada so' vivia transitoriamente no canal Redis b2bcall:events (pub/sub sem historico). ## Modelo calls/call_legs/call_events (secao 153, tenant-scoped, RLS) + dispositions (secao 89, "Call Center -> Disposicoes", personalizavel por tenant, mesmo padrao de PauseReason). dial_attempts da especificacao nao virou tabela nova — CallAttempt (fase Predictive Engine) ja cobre esse conceito; Call.attemptId liga um Call a' sua tentativa de discagem. Call.id = o proprio freeswitch_uuid da perna principal (sem suporte a transferencia entre uuids nesta fase). ## apps/freeswitch-events/src/cdr.ts Cada NormalizedEvent relevante faz upsert em Call + insere em call_events (a trilha bruta). CALL_ENDED calcula os agregados em segundos (secao 155-156): ringTime/waitTime/talkTime/durationSeconds/billableSeconds. ## Dois bugs reais achados e corrigidos testando esta fase - AGENT_OFFERED_CALL/AGENT_BRIDGE_FAILED disparam de uma thread interna do mod_callcenter (outbound_agent_thread_run), sem contexto de channel — nao tem header Unique-ID, entao callUuid ficava undefined e os dois eram descartados silenciosamente (Call.queueId/agentId nunca preenchidos mesmo com bridge/falha de bridge reais). Corrigido com fallback pro CC-Member-Session-UUID (data.memberSessionUuid), mesmo identificador ja usado pra correlacao equivalente no predictive-dialer. - Corrida entre CALL_CREATED/CALL_ANSWERED (persistCallEvent roda sem await, cada evento abre sua propria transacao) podia fazer answerAt aparecer antes de createdAt quando o upsert que criava a linha usava now() do momento errado (nao do occurredAt do evento real). Corrigido setando createdAt explicito a partir de normalized.occurredAt. ## Relatorios (apps/api/src/reports) GET /reports/queues (secao 159): recebidas/atendidas/abandonadas/TME/TMA/ Service Level/Abandon Rate por fila. GET /reports/agents (secao 158): tempo logado/pausado/por estado (AgentStateEvent pareado) + chamadas atendidas/TMA. GET /reports/campaigns (secao 160): leads/attempts/ answered/agent connected/busy/no answer/failed/callbacks/rates/TME/TMA — "Valor Telefonia"/"Valor IA" ficam null (dependem de Billing, fase propria). ## GET /calls e disposicao Secao 157: filtros por data/ramal/agente/fila/campanha/trunk/telefone/ hangup cause/disposicao, sempre escopado ao tenant do JWT. PATCH /calls/:id/disposition (secao 89): o proprio agente que atendeu marca (compara Call.agentId contra o Agent do usuario autenticado, nunca um agentId vindo do client), supervisor (agents.manage) pode marcar em nome de outro agente. Verificado ponta a ponta: campanha com 5 leads, 3 ANSWERED simulados entrando na fila real, Call.queueId/agentId/hangupCause corretos (confirmando a correcao da correlacao), createdAt<=answerAt em todos, durationSeconds batendo com discard_abandoned_after; os 3 relatorios com numeros internamente consistentes entre si e com os logs do discador (received:3/abandoned:3/abandonRate:1, leads:5/attempts:5/answered:3/ answerRate:0.6); disposicao gravada com ownership check correto; queue list do FreeSWITCH confirmou calls_abandoned=4 real ao final. typecheck do workspace inteiro limpo. Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01X1HxY46WGU4G1zmVDNKcWw |
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| cb6d343b2e |
feat(dialer): CPS Limiter + Predictive Dialer Engine
Fecha agente.md secao 72-86 (motor preditivo) e 77-79 (CPS distribuido,
reserva de leads, lock de campanha). Uma campanha RUNNING agora origina
chamadas sozinha, respeitando capacidade de agentes, CPS hierarquico e
taxa de abandono — sem intervencao manual.
Deliberadamente fora do escopo (agente.md secao 72: "nao e' so' `for lead
-> originate`"): mod_avmd (opcional), callbacks agendados, disposicoes de
agente — ficam pra fase CDR.
## Novo servico apps/predictive-dialer
Mesmo padrao arquitetural de fs-events/fs-config: Node standalone em
Docker, ESL propria, tick a cada 2s sobre tenants ativos x campanhas
RUNNING/WAITING_SCHEDULE.
- Lock de campanha (dialer:campaign:{id}, secao 79): TTL/ownership/
renewal/safe-release via Lua compare-and-delete.
- CPS distribuido (secao 77, 62): token bucket janela 1s, hierarquia
GLOBAL/TENANT/TRUNK/CAMPAIGN numa unica chamada Lua atomica — nivel
esgotado bloqueia todos SEM incremento parcial dos que passariam.
- Reserva atomica de leads (secao 78): FOR UPDATE SKIP LOCKED dentro da
mesma transacao withTenantContext.
- CallAttempt/CampaignStats (schema novo): state machine da chamada
(secao 82) + EWMA (secao 75) de answer_probability/average_answer_delay/
average_talk_time/abandon_rate por campanha.
- Capacidade em tempo real + pacing (secao 73-76, 84-85): conta agentes
por estado via Tier->Agent.state, previsao de liberacao (horizonte
unico de 15s, simplificacao documentada dos 4 buckets da especificacao),
controle de abandono reduz pacing progressivamente, nunca origina sem
capacidade prevista.
## Modo simulacao (secao 185-186)
DIALER_SIMULATION=true (default, ja estava no .env desde o inicio da
sessao) sorteia ANSWER/BUSY/NO_ANSWER/FAILED em software, sem PSTN real.
So' quando ANSWERED e' que uma chamada sintetica (null/dummy, sem PSTN)
entra na fila real via mod_callcenter de verdade — escolha deliberada pra
maximizar codigo real exercitado em vez de simular tudo em memoria. Os
identificadores da secao 81 (b2bcall_tenant_id/call_id/attempt_id/
campaign_id/lead_id) vao como channel variables nessa perna, entregando
tenantId real no WebSocket sem fan-out.
Real Outbound Safety (secao 186): as duas flags checadas no boot, nunca
ativadas automaticamente — caminho PSTN real implementado mas nunca
exercitado (sem trunk/operadora real neste laboratorio).
## Dois bugs reais achados e corrigidos testando esta fase
- Perna sintetica (null/dummy) nao tem midia do outro lado — nunca
desligava sozinha depois de bridgear com um agente. Corrigido com
hangup agendado via uuid_kill no talk_time simulado.
- Corrida entre queue:sync e tier:sync (dois canais Redis independentes,
sem ordem garantida): atribuir tier logo depois de criar a fila podia
rodar tier add antes do queue reload terminar ("-ERR Queue not found!",
erro real, diferente do ja conhecido "already exist"). Corrigido com
retry curto (ate 3 tentativas) em agent-sync.ts::addTierWithRetry.
## GET /campaigns/:id/stats
Secao 227.7 "visualizar pacing" — CampaignStats + agentes por estado +
calls em andamento, sem esperar a fase Frontend.
Verificado ponta a ponta: campanha RUNNING originando 3 tentativas por
tick, outcomes simulados corretos com retry agendado (BUSY 15min/
NO_ANSWER 60min/FAILED 30min), uma tentativa ANSWERED completando o ciclo
real inteiro (fila -> agente -> bridge -> hangup -> EWMA atualizada),
stop nao derruba chamada ativa (secao 66), calls_answered=3 confirmado no
`queue list` do FreeSWITCH. CPS limiter e lock de campanha testados
isoladamente (hierarquia sem incremento parcial, ownership nunca
roubado). typecheck do workspace inteiro limpo.
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| 7b62ad3d82 |
feat(entitlements,campaigns): plans/quotas + campanhas, leads, lista de bloqueio
Fecha duas fases: Plans/Entitlements (agente.md secao 56-62), que tinha
ficado pra trás desde o inicio, e Campanhas/Leads/Lista de Bloqueio (secao
63-71).
## Plans/Entitlements
A ordem de implementacao da propria especificacao (secao 232) coloca
Plans/Entitlements logo depois de PostgreSQL RLS, bem antes de FreeSWITCH
— mas o build seguiu direto sem essa peca, e toda fase desde entao
documentou "quota depende de Plans/Entitlements" como pendencia
(EXTENSIONS.md, TRUNKS.md, AGENTS.md, QUEUES.md, agora todas atualizadas).
Fechado agora porque Campanhas precisa de max_campaigns e o proximo CPS
Limiter vai precisar de max_cps/max_concurrent_calls.
- plans: catalogo compartilhado entre tenants (sem RLS, nao e' tenant-
scoped) com todos os campos de entitlement da secao 56. Campo de limite
null = "sem limite", nunca "sem plano" — tenants.plan_id e' obrigatorio,
nunca null (secao 56: nao espalhar `if plan == PRO` pelo codigo).
- Migration hand-escrita: cria plans, insere seed "trial", faz backfill de
plan_id pros tenants ja existentes, so' depois torna NOT NULL (Postgres
nao deixa NOT NULL sem default em tabela nao-vazia).
- packages/entitlements (pacote novo): assertQuota/assertFeatureEnabled,
erros mapeados pra 403 no DomainExceptionFilter.
- Retrofit em Extensions/Trunks/Agents/Queues: contam linhas ativas e
checam quota antes de criar.
## Campanhas, Leads, Lista de Bloqueio
Deliberadamente so' o modelo/CRUD/maquina de estados — o motor que de fato
origina chamadas (PredictiveDialerEngine, secao 72-86: dados em tempo
real, EWMA, CPS distribuido, reserva atomica de lead, lock de campanha,
bgapi originate, controle de abandono, retry) e' um sistema grande o
suficiente pra merecer fase propria (secao 72: "nao e' so' `for lead ->
originate`").
- campaigns/leads/suppression_entries (tenant-scoped, RLS).
- Maquina de estados da campanha (secao 64-66): start/pause/drain/stop com
tabela de transicoes validas — transicao invalida retorna 400, nunca
ignora silenciosamente. Apagar bloqueado enquanto RUNNING/DRAINING.
- packages/shared/src/phone.ts (secao 70): normalizacao dedicada,
preparada pra E.164 completo, so' BR implementado.
- Importacao CSV em batches de 1000 (secao 69): detecta duplicado (dentro
do CSV + contra leads existentes), checa lista de bloqueio (importa como
DO_NOT_CALL, nao descarta), retorna {total, valid, invalid, duplicates,
imported, suppressed}.
- Lista de bloqueio (secao 71): CRUD tenant-scoped.
Verificado ponta a ponta: campanha com queueId/trunkId invalido e
pacingMin > pacingMax rejeitados; CSV de 5 linhas (1 invalida, 1
duplicada, 1 bloqueada) importado corretamente; start->pause->drain->stop
e transicoes invalidas todas corretas; 3a campanha rejeitada por quota
(max_campaigns=2 do plano trial); 6a extensao rejeitada por quota
(max_extensions=5). Suites de teste existentes (tenant-isolation, auth)
atualizadas pro novo Tenant.planId obrigatorio e passando.
typecheck do workspace inteiro limpo.
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| f051fe3162 |
feat(realtime): monitoramento em tempo real via WebSocket multi-tenant
Fecha agente.md secao 54-55 (infraestrutura) e 161 (WebSocket multi-tenant).
Entrega o pipeline de push em tempo real completo — o consumo visual
("Monitoramento -> Filas/Ramais") fica pra fase Frontend.
Requisito central da secao 161 ("nao transmitir tudo e filtrar so no
browser"): RealtimeGateway tem um unico ponto de emissao,
broadcastToTenant(), sempre server.to(`tenant:<id>`), nunca broadcast
global. Cada socket entra na room do proprio tenant no handshake, nunca
escolhe a room.
Autenticacao na conexao (handshake.auth.token, nao Authorization header):
valida o JWT (mesmo verifyAccessToken do JwtAuthGuard), exige tenantId no
token e a permission monitoring.view (ja existia desde RBAC, sem
consumidor ate agora) — mesmo principio de nunca confiar em tenant_id do
client, so do JWT ja emitido por /auth/select-tenant.
Origem dos eventos: canal Redis unico b2bcall:events (o mesmo desde Event
Socket). Dois produtores: b2bcall-fs-events (eventos do FreeSWITCH,
resolvendo tenantId por fan-out quando nao ha channel variable, ver
tenant-resolve.ts) e apps/api (mudancas no nosso Agent.state via
agents-me.controller, tenantId direto do JWT, sem fan-out).
Bug real achado e corrigido ao construir esta fase: nenhum evento CUSTOM do
ESL (sofia::register, sofia::gateway_state, callcenter::info) jamais
chegava em b2bcall-fs-events nesta sessao inteira. Causa: event_json(...)
mandava "CUSTOM" como ultimo token do comando `event json`, sem subclass
depois — mod_event_socket exige os subclasses logo depois do token CUSTOM
no mesmo comando pra serem entregues. Corrigido separando PLAIN_EVENTS
(viram listener .on()) de CUSTOM_SUBCLASSES (so compoem o comando de
assinatura). Resolve as lacunas ja documentadas em docs/TRUNKS.md e
docs/AGENTS.md. De quebra, corrigido um bug de nome de campo
(CC-Agent-Status, que nao existe -> CC-Agent-State) e um segundo bug real
em trunk-sync.ts (rescan nunca descarregava gateway removido -> agora roda
`killgw` antes do rescan).
Novos tipos normalizados a partir de callcenter::info, com nomes de campo
confirmados contra uma fila real: AGENT_OFFERED_CALL, AGENT_BRIDGE_FAILED,
QUEUE_MEMBER_COUNT (chamadas esperando, secao 54), QUEUE_MEMBER_LEFT (com
cause/cancelReason e timestamps — base pra Service Level/Abandon Rate
quando CDR existir).
Verificado ponta a ponta com um client socket.io real: login/pause/resume/
logout emitindo AGENT_STATE_CHANGED; chamada de teste numa fila com agente
logado emitindo QUEUE_MEMBER_COUNT/LEFT, AGENT_OFFERED_CALL,
AGENT_BRIDGE_FAILED, AGENT_STATUS_CHANGED (CC-Agent-State correto); token
ausente/invalido desconectado na hora, sem vazar nenhum evento.
Achado sistemico durante o teste (documentado, nao corrigido nesta fase):
@@unique combinado com soft delete, sem excluir deletedAt, em
Agent/Extension/Trunk/Queue/PauseReason — nao da pra reusar numero/nome/
codigo depois de apagar. Precisa de indice unico parcial em cada um, fora
do escopo desta fase.
typecheck do workspace inteiro limpo. ~144MB de memoria total nos
containers (fs-events 44MB, fs-config 45MB, freeswitch 26MB, postgres
21MB, redis 8MB).
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| b940ce3e63 |
fix(events): eventos CUSTOM do ESL nunca eram entregues
Achado ao iniciar a fase de Realtime Monitoring: nenhum evento CUSTOM (sofia::register, sofia::gateway_state, callcenter::info) jamais chegou em b2bcall-fs-events nesta sessao, apesar do estado real do FreeSWITCH mudar de verdade (confirmado originando uma chamada de teste pra dentro de uma fila real com agente logado). Isso deixava dois gaps documentados como "nao verificado" em docs/TRUNKS.md e docs/AGENTS.md. Causa raiz: `event_json(...SUBSCRIBED_EVENTS)` mandava "CUSTOM" como ultimo token do comando `event json`, sem nenhum subclass depois. O mod_event_socket do FreeSWITCH exige que os subclasses (callcenter::info, sofia::register, ...) venham imediatamente depois do token CUSTOM no mesmo comando — sem isso, zero eventos CUSTOM sao entregues, de qualquer subclass. Corrigido separando PLAIN_EVENTS (nomes normais, cada um vira um listener .on()) de CUSTOM_SUBCLASSES (so compoe o comando de subscricao — o client ESL sempre emite "CUSTOM" como nome de evento, com o subclass real no header Event-Subclass). Corrigido tambem um bug de nome de campo: normalizeCustomEvent lia CC-Agent-Status, que nao existe; o campo real e CC-Agent-State. Com o pipeline corrigido, chegam eventos ricos de callcenter::info nunca antes observados: agent-offering, bridge-agent-fail, members-count (fila em tempo real) e member-queue-end (com CC-Cause/CC-Cancel-Reason e timestamps de entrada/saida — atendida vs. abandonada). Adicionados como novos tipos normalizados: AGENT_OFFERED_CALL, AGENT_BRIDGE_FAILED, QUEUE_MEMBER_COUNT, QUEUE_MEMBER_LEFT. De quebra, achado e corrigido um segundo bug real ao reverificar Trunks com o pipeline de eventos funcionando: `sofia profile external rescan` nunca descarregava um gateway cujo arquivo .xml foi apagado (fica fantasma na memoria do Sofia indefinidamente). trunk-sync.ts agora roda `sofia profile external killgw <nome>` pra cada gateway removido, antes do rescan. Reverificado ponta a ponta pra ambos os bugs: - Trunk com register:true apontando pra host inexistente: Trunk.status no banco passa de UNKNOWN pra FAILED sozinho, via evento, sem polling. - Trunk apagado via API: gateway some imediatamente de `sofia status gateway`, sem esperar reinicio de profile. - Chamada de teste real numa fila com agente logado: members-count, agent-offering, agent-state-change (CC-Agent-State correto: Waiting/ Receiving), bridge-agent-fail, todos chegando certos no canal Redis b2bcall:events. typecheck do workspace inteiro limpo. Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01X1HxY46WGU4G1zmVDNKcWw |
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| a05104a05f |
feat(agents): agentes, tiers e pausas — call center completo
Fecha agente.md secao 45-49/52. Depois desta fase, um usuario autenticado consegue logar como agente, entrar numa fila real, se pausar e voltar, tudo refletido de verdade no FreeSWITCH. Schema (migration 20260828124245_agents): - agents (tenant-scoped, RLS): User -> Extension -> identidade de agente, state (enum AgentState de 8 valores) espelhando o estado real, so alterado via login/logout/pause/resume, nunca escrito direto pela API. - tiers: Queue<->Agent (level/position 1:1 com mod_callcenter). - agent_sessions: um ciclo login->logout por linha. - agent_state_events: historico de transicoes de estado. - pause_reasons / agent_pause_events (secao 48). Dois bugs reais corrigidos em FreeSwitchTelephonyProvider, presentes desde a fase de Event Socket original: - "queue add/del member" nao existe no mod_callcenter — membership de fila usa tier add/tier del. So foi pego agora ao confirmar de novo a sintaxe via `help callcenter_config` antes de codar esta fase. - addAgent/removeAgent nao existiam ainda (agent add/del). Mecanismo de sync: agentes e tiers nao tem representacao em XML, so comando ESL direto — diferente do padrao "regenera todos os arquivos" usado em Trunks/Queues. apps/api publica uma mensagem por acao com payload (b2bcall:agents:sync, b2bcall:tiers:sync); b2bcall-fs-config aplica o comando correspondente (agent-sync.ts). Achados confirmados manualmente contra o FreeSWITCH real antes de codar: - `agent add`/`tier add` nao sao idempotentes (erro em duplicata) — sync ignora esse erro (.catch), condicao esperada em resync. - `agent del`/`tier del` em algo inexistente nao da erro — seguro chamar sem checar existencia antes. - `agent set status` so aceita 3 valores exatos (Available/On Break/ Logged Out) — testado deliberadamente com valor invalido. - Corrida real: atribuir tier antes do primeiro login do agente falha silenciosamente do lado do FreeSWITCH (agente so existe la a partir do `agent add` no login). Login sempre re-sincroniza todos os tiers do agente depois de garantir que ele existe — auto-correcao confirmada no teste ponta a ponta. apps/api: AgentsController (CRUD), AgentsMeController (login/logout/ pause/resume — sempre resolve o agente via JWT, nunca um agentId arbitrario do client), PauseReasonsController (CRUD), QueueAgentsController (POST/DELETE de tier em /queues/:id/agents). Verificado ponta a ponta via curl + fs_cli contra o FreeSWITCH real: login -> Available, pause -> On Break, resume -> Available, logout -> Logged Out, todos batendo entre Agent.state (banco) e `agent list` (FreeSWITCH). typecheck do workspace inteiro limpo. ~350MB de memoria total (docker stats). Documentado em docs/AGENTS.md, incluindo lacuna conhecida: estados derivados de chamada (RINGING/IN_CALL/WRAP_UP/RESERVED) dependem do evento CUSTOM callcenter::info, ainda nao comprovado chegando em fs-events nesta sessao (mesma lacuna de sofia::gateway_state ja documentada em docs/TRUNKS.md) — precisa de uma chamada real passando pela fila pra investigar. Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01X1HxY46WGU4G1zmVDNKcWw |
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| 6628578c42 |
feat: implement Call Center queues (mod_callcenter)
- Investigated the real callcenter_config command surface via
'help callcenter_config' on the running FreeSWITCH before writing any
code: queues only have load/unload/reload (static XML + reload, no
'queue add' exists), while agents and tiers are fully dynamic via ESL
commands (agent add, tier add) -- no file involved. This shapes the next
phase (Agents/Tiers) differently from this one.
- queues table (tenant-scoped, RLS): strategy, moh/announce, wait times,
tier rules, discard/abandoned handling, skip-agents-with-external-calls,
recording_enabled
- packages/telephony: buildQueueXml()
- infrastructure/freeswitch: our own callcenter.conf.xml override (empties
the vanilla static agents/tiers -- those become fully dynamic in the next
phase) that includes callcenter_queues.conf.d/*.xml via X-PRE-PROCESS,
same pattern as the Sofia gateway directory
- apps/api/src/queues: CRUD (POST/GET/GET:id/DELETE) using the queues.view/
.manage permissions already in the seed
- b2bcall-fs-config (queue-sync.ts): one XML file per queue on a shared
volume, synced via Redis pub/sub (b2bcall:queues:sync) on create/delete
and once at boot -- same shape as trunk-sync.ts
- confirmed manually against the real FreeSWITCH, before coding the sync
logic: 'queue load <name>' fails ('Invalid Queue not found!') for a file
added after boot -- needs 'reloadxml' first to repopulate the in-memory
XML tree from disk; after that, 'queue reload <name>' alone handles both
create and update, no need to distinguish load vs reload
- verified end-to-end: created a queue (ROUND_ROBIN, maxWaitTime=120,
discardAbandonedAfter=90), 'callcenter_config queue list' showed the
correct values on the FreeSWITCH side; deleted it, list went back empty
docs/QUEUES.md
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| 0720a0efe3 |
feat: implement Dialplan with structured editor and versioning
- dialplan_extensions table (tenant-scoped, RLS): structured editor per agente.md secao 43 -- context, condition field/expr, actions/anti-actions (JSON), continue, order, enabled. One condition per extension (deliberate simplification vs raw FreeSWITCH's multi-condition extensions). - dialplan_versions table (tenant-scoped, RLS): generate/validate/version/ activate flow (secao 44). Reactivating an older version IS the rollback mechanism -- no separate endpoint needed. - apps/api/src/dialplan: extensions CRUD + versions/generate (builds XML, validates well-formedness with fast-xml-parser, saves as DRAFT) + versions/:id/activate (atomically flips ACTIVE, supersedes the previous one). Reused freeswitch.view/.configure permissions rather than inventing new ones not in the agente.md permission list. - packages/telephony: buildDialplanXml() plus ALLOWED_DIALPLAN_APPLICATIONS, an explicit allowlist (answer/bridge/playback/hangup/set/export/... -- deliberately no system/exec/socket) guarding against a tenant configuring a dialplan action that runs arbitrary commands on the FreeSWITCH host (agente.md secao 180) - b2bcall-fs-config resolves dialplan dynamically per call (unlike Trunks' file+rescan approach -- dialplan is fetched fresh via mod_xml_curl on every call anyway) by tenant id from the variable_b2bcall_tenant_id channel variable already injected at directory resolution, then serving whichever DialplanVersion is ACTIVE for that context - verified end-to-end: created a rule for destination_number 7000, generated and activated v1, originated a call that actually routed through the dialplan (not bypassing it via &app()) -- CALL_CREATED -> CALL_ANSWERED -> CALL_ENDED with the correct tenantId throughout. Created and activated a v2, then rolled back to v1 by reactivating it; status transitions (ACTIVE/SUPERSEDED) all confirmed via the API. CRITICAL FINDING, fixed in this same phase: deliberately testing that the application allowlist rejects 'system' got back 201 instead of 400 -- NestJS's ValidationPipe had been silently inert across all of apps/api's @Body() DTOs since the API was first created. Root cause: running via (esbuild) instead of a real build -- esbuild doesn't always resolve cross-file parameter types for design:paramtypes metadata, and Nest skips validation without any error when it can't determine the DTO class. Fixed by always building with tsc before running (tsc && tsx dist/main.js -- still via tsx because internal workspace packages aren't built to JS yet). Re-verified with two deliberate bad-input tests post-fix, both correctly rejected with 400. A stray malicious test row (dialplan action 'system') created while the bug was live was deleted; it was never baked into an activated version, so nothing could have executed it. See docs/VALIDATION_PIPE_BUG.md for the full writeup. docs/DIALPLAN.md, docs/VALIDATION_PIPE_BUG.md, docs/EXTENSIONS.md updated |
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| 4c638ad496 |
feat: implement Trunks with real FreeSWITCH gateway sync
- trunks table (tenant-scoped, RLS): host/proxy/realm, register, username/password_enc (AES-256-GCM), dtmf_mode, ping, transport, and a status/status_updated_at pair meant to be driven by FreeSWITCH events - apps/api/src/trunks: CRUD (POST/GET/GET:id/DELETE), same RBAC/tenant pattern as Extensions, password never exposed in any GET - packages/telephony: buildGatewayXml() generates a Sofia gateway XML file - b2bcall-fs-config now writes sip_profiles/external/<trunk_id>.xml (shared Docker volume with FreeSWITCH -- the vanilla external profile already includes external/*.xml) and runs 'sofia profile external rescan' over ESL; syncs on boot and on demand via Redis pub/sub (b2bcall:trunks:sync), since apps/api runs on the host and fs-config has no port published to reach directly - added FreeSwitchTelephonyProvider.waitUntilConnected() to fix a startup race: the first sync ran before the ESL connection had settled, logging a harmless but noisy error - verified end-to-end with a fake host: create trunk -> gateway file written -> FreeSWITCH shows the real gateway (FAIL_WAIT, expected) -> delete -> file removed (cleanup also correctly swept the stale 'example.com' gateway that had been copied into the volume from the vanilla image) - apps/freeswitch-events/src/trunk-status.ts: written to update Trunk.status from sofia::gateway_state events, using the same normalizeEslEvent path already proven for CHANNEL_* events - KNOWN GAP, documented rather than glossed over: monitored fs-events for ~90s while the gateway visibly transitioned states in FreeSWITCH (FAIL_WAIT/DOWN) and no sofia::gateway_state event was observed arriving. CUSTOM/sofia::* events have not actually been proven working end-to-end in this session -- only CHANNEL_* events have been. Needs verification against a real SIP target before the status auto-update can be trusted in production. See docs/TRUNKS.md and TODO.md. - docs/TRUNKS.md |
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| c03c6d4eaa |
feat: implement Extensions with real FreeSWITCH directory integration
- extensions table (tenant-scoped, RLS): number, sip_password_enc
(AES-256-GCM via packages/shared/src/crypto.ts), caller_id, context,
sofia_profile, codecs, max_registrations
- apps/api/src/extensions: CRUD (POST/GET/GET:id/DELETE), protected by a
new generic PermissionGuard (@RequirePermission decorator), tenant
resolved only from the JWT (never trusted from the client)
- SIP password is returned in plaintext only once, in the create response;
toPublicExtension() explicitly destructures the encrypted field out
(not a spread) so it can't leak by accident
- b2bcall-fs-config now resolves real directory data: Tenant.telephonyDomain
-> Extension.number, decrypts the password, builds proper directory XML
including a dial-string param (missing it caused originate to fail with
MANDATORY_IE_MISSING instead of the expected USER_NOT_REGISTERED)
- pinned FreeSWITCH's 357737{domain} to a stable value (b2bcall.local) via a
vars.xml patch in the Dockerfile -- it previously used the container's
dynamic IP, which could never match a stored telephony_domain
- added HTTP Basic auth between FreeSWITCH and fs-config
(gateway-credentials, timingSafeEqual comparison) now that the service
returns real secret data, closing the gap flagged as pending in the XML
Curl phase instead of leaving it open
- found and fixed: PermissionGuard's constructor-injected Reflector came
back undefined at runtime under tsx/esbuild (unreliable cross-file
decorator metadata emission) -- fixed with an explicit @Inject(Reflector);
worth watching for in future guards/services run via tsx
- verified end-to-end: create extension -> originate user/<ext> reports
USER_NOT_REGISTERED (found, not registered) -> delete -> back to
SUBSCRIBER_ABSENT (not found); password never reappears in any GET;
unauthenticated fs-config requests get 401
- docs/EXTENSIONS.md
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| d2ea83c06a |
feat: activate mod_xml_curl with b2bcall-fs-config (agente.md secao 26)
- apps/freeswitch-config (b2bcall-fs-config): Fastify service implementing the mod_xml_curl HTTP protocol (form-encoded POST -> XML response), containerized, no host port published - reactivated mod_xml_curl in FreeSWITCH, binding restricted to directory|dialplan only (configuration was removed after testing showed it firing several unnecessary HTTP round-trips at boot for module configs we don't need dynamic — matches agente.md's own 'don't put every critical config through XML Curl' guidance) - no extensions/dialplan tables exist yet (next phases), so the service always answers 'not found' for now — this phase only proves the wire protocol works without breaking the static vanilla config fallback - verified end-to-end: user/8888 (nowhere) -> SUBSCRIBER_ABSENT via fs-config; user/1000 (static vanilla extension) -> USER_NOT_REGISTERED, proving FreeSWITCH correctly falls through to static XML when xml_curl says not found - docs/XML_CURL.md, including the not-yet-authenticated endpoint note (fine while it only returns not-found; needs gateway-credentials before serving real directory/dialplan data) |
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| 60e9f6838e |
feat: add Event Socket integration (b2bcall-fs-events)
- packages/telephony: TelephonyProvider interface (agente.md secao 25) and
FreeSwitchTelephonyProvider implementation over the 'esl' library
(actively maintained, TypeScript-native, built-in reconnect-with-backoff
satisfying secao 195); normalizeEslEvent() translates raw ESL events into
the internal vocabulary (secao 24)
- apps/freeswitch-events (b2bcall-fs-events): permanent ESL connection,
resubscribes on every reconnect, publishes normalized events to the
'b2bcall:events' Redis pub/sub channel; containerized (Dockerfile +
docker-compose service) since its whole job is reaching the freeswitch
container by internal hostname
- packages/shared: reusable createLogger() (structured JSON per secao 189),
fixed a BigInt serialization crash surfaced by the esl library's error
stats
- found and fixed a real FreeSWITCH 1.11 default: without an explicit
apply-inbound-acl, mod_event_socket silently rejects any non-loopback
connection ('Access Denied, go away.') even with the correct password —
added a dedicated ACL (loopback + the Docker Compose network range, never
0.0.0.0/0) in infrastructure/freeswitch/overrides/autoload_configs/
- verified end-to-end with a local loopback test call: CALL_CREATED ->
CALL_ANSWERED -> CALL_ENDED observed on the Redis channel with the
correct callUuid and hangup cause
- docs/EVENT_SOCKET.md
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| b3b0aaacb3 |
feat: add FreeSWITCH service (SignalWire packages, not compiled from source)
- infrastructure/freeswitch/Dockerfile: debian:trixie-slim + SignalWire packaged freeswitch-meta-vanilla, avoiding a C/C++ build on a 1.9GB RAM VM - FREESWITCH_PAT used only via Docker BuildKit secret, apt credentials file created and deleted within the same RUN — verified absent from the final image with docker history - minimal module set (agente.md secao 15): sofia, event_socket, commands, dptools, callcenter, avmd, curl, local_stream, etc. mod_xml_curl installed but disabled — it refuses to load without a configured gateway-url, which will exist once b2bcall-fs-config is built - entrypoint.sh rotates the Event Socket password away from the 'ClueCon' default at container runtime (never baked into the image); fails loudly if ESL_PASSWORD is unset - port 8021 not published to the host; only reachable from other containers on the compose network - found and fixed: freeswitch-conf-vanilla is a Recommends (not a Depends) of freeswitch-meta-vanilla, so --no-install-recommends silently produced an empty /etc/freeswitch and a crash loop - verified end-to-end: fs_cli status via ESL with the custom password, default password rejected, expected modules loaded, healthcheck green, ~44MB RAM usage - docs/FREESWITCH.md, docs/NETWORK_ARCHITECTURE.md (network_mode decision deferred until a real SIP trunk exists) |
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| 68b403a7ff |
feat: add apps/api (NestJS + Fastify) with authentication endpoints
- POST /auth/login, /auth/refresh, /auth/logout, /auth/select-tenant, /auth/change-password, GET /auth/tenants — wired to packages/auth - JwtAuthGuard + DomainExceptionFilter (401/403 without leaking internals) - LoginRateLimitGuard: Redis-backed 5/min per IP and per email (agente.md secao 149), safe across multiple API instances - helmet + restrictive cors (deny-by-default) + global rate limit - GET /health, /health/live, /health/ready checking Postgres and Redis - changePassword() added to packages/auth for the mustChangePassword flow - fixed REDIS_HOST/POSTGRES_HOST docker-compose-only hostnames not resolving from the host process; added REDIS_URL for host-side use - verified end-to-end with curl: login, wrong password / unknown email (same generic error), authenticated route, missing token, refresh rotation, logout revocation, and the 429 rate limit kicking in after 5 attempts |
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| 70c5586595 |
feat: implement authentication and RBAC
- packages/auth: Argon2id password hashing, JWT access tokens (jose), opaque refresh tokens with rotation, generic error messages (no user-enumeration via timing or message differences) - roles/permissions/role_permissions/user_roles/sessions/audit_logs schema (agente.md secoes 142-150); RBAC scope PLATFORM vs TENANT - withUserContext(): narrow RLS exception so a user can discover their own tenant_memberships before a tenant is chosen (login flow) - userHasPermission()/isPlatformUser(): explicit service-layer RBAC checks (roles/permissions tables are not RLS-protected — documented why in docs/AUTHENTICATION.md) - seed: permission catalog, 4 system roles, initial Platform Super Admin (password written once to FIRST_LOGIN.txt, 600, outside Git) - automated end-to-end test: login, RBAC check, refresh rotation, logout |
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| d66170c795 |
feat: implement tenant isolation with PostgreSQL RLS
- users + tenant_memberships tables (tenant-scoped)
- RLS policy on tenant_memberships using set_config('app.current_tenant_id', ...)
- withTenantContext() helper for transaction-scoped tenant context
- separate non-superuser app role (b2bcall_app): the default Docker postgres
user is SUPERUSER and always bypasses RLS even with FORCE, so the app must
never connect through the migration/owner role. Documented in
docs/TENANT_ISOLATION.md.
- automated isolation test proving tenant A never sees tenant B's data
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| 2f130622d1 |
feat: bootstrap b2bcall saas architecture
- monorepo skeleton (apps/, packages/, infrastructure/, scripts/, docs/) - docker-compose with PostgreSQL 18 and Redis 7 (localhost-only) - .gitignore and .env.example - initial TODO.md and docs/ARCHITECTURE.md |